Aos 250 anos de independência, os Estados Unidos celebraram com fogos, voos rasantes e eventos em várias cidades, sob forte calor extremo que varreu a costa leste. O Dia da Independência, em 4 de julho, relembrou a assinatura da Declaração de 1776, encerrando o domínio britânico.
Em Washington, havia expectativa por um grande show de fogos, acompanhado de um voo histórico da nova versão da Air Force One e de um tributo com presença do presidente Donald Trump. O evento Freedom 250 teve atraso por temporais que levaram à evacuação do National Mall.
Clima, mobilização e eventos
A celebração incluiu a exibição de fogos e música, além de um discurso de Trump que durou até perto da meia-noite, com promessas de revitalizar o sonho americano. A programação também destacou o desfile de orgulho cívico e a participação de apoiadores.
Momentos institucionais e culturais
Em Mount Vernon, Virginia, ocorreu uma naturalização que abriu alas para 150 novos cidadãos de 50 países, que juraram defender a Constituição. Em Nova York, Joey Chestnut venceu pela 18ª vez o concurso de cachorro-quente de Nathan’s, com 66 bits em 10 minutos; a concorrente feminina, Miki Sudo, totalizou 12 títulos.
Impactos e interrupções
O calor extremo gerou cancelamentos e interrupções em festividades em Nova Jersey, Pensilvânia, Maryland e até Colorado. No National Mall, voluntários distribuíram água com gelo enquanto a chuva encerrou parte das atividades ao ar livre. A rede elétrica relatou quedas de energia em várias regiões.
Mensagens de líderes
Entre mensagens oficiais, ex-presidentes emitiram notes sobre o legado americano. Joe Biden destacou que a igualdade é um objetivo em construção; Barack Obama enfatizou a necessidade de cada geração avançar a integridade nacional; George W. Bush pediu participação cidadã ativa; Bill Clinton ressaltou o atual momento de divisões e desafios institucionais.
Entre na conversa da comunidade