O ataque ocorreu em 6 de julho de 2026, quando a Rússia lançou mísseis e drones contra prédios residenciais em Kiev. Pelo menos 14 pessoas morreram e dezenas ficaram feridas, em um bombardeio que atingiu blocos de apartamentos.
Foi o segundo ataque da semana com mísseis balísticos difíceis de interceptar, provocando novo apelo de Zelensky por maior fornecimento de defesa aérea. O presidente pediu ações firmes dos parceiros ocidentais para proteger vidas.
Centenas de projéteis foram usados: 68 mísseis e 351 drones, segundo dados oficiais. Kiev registrou destruição de estruturas superiores de edifícios e dezenas de escombros nas áreas atingidas.
Equipes de resgate atuaram em um bloco de apartamentos de vários andares, com atraso de iluminação em parte da cidade, conforme relatos de moradores. Em Vyshneve, subúrbio, houve evacuação por possível presença de munições não detonadas.
Desdobramentos e respostas internacionais
O Exército ucraniano afirmou ter derrubado drones e mísseis de cruzeiro russos, mas não tem estoque suficiente de interceptadores para balísticos. O papel de sistemas Patriot foi destacado por Zelensky como crucial.
O presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, disse que o ataque reforça a necessidade de defesa aérea adicional, tema que seria discutido na cúpula da Otan, que ocorre em Ancara, Turquia.
Os governantes russos anunciaram ações ofensivas contra alvos militares e energia na Ucrânia. Além disso, autoridades ucranianas relataram que a Criméia sofreu interrupção de energia após ataques a infraestrutura na região.
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