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<li class=”font-claude-response-body whitespace-normal break-words pl-2″>Netanyahu diz que Israel discorda do plano dos EUA para desarmamento do Hamas e retirada de Gaza.</li>
<li class=”font-claude-response-body whitespace-normal break-words pl-2″>Premiê afirma ter enviado comentários ao rascunho, que ainda está em análise por Israel.</li>
<li class=”font-claude-response-body whitespace-normal break-words pl-2″>Exército só deixará posições em Gaza após desarmamento do Hamas, mas premiê enfrenta pressão de aliados.</li>
<li class=”font-claude-response-body whitespace-normal break-words pl-2″>Tropas israelenses foram orientadas a aguardar autorização para ataques seletivos no território palestino.</li>
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O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou que seu governo não concorda com o plano apoiado pelos Estados Unidos para o desarmamento do Hamas e a posterior retirada das forças israelenses de Gaza. A declaração foi feita em vídeo publicado nas redes sociais do premiê na noite de terça-feira (4).
Segundo Netanyahu, a equipe do presidente americano, Donald Trump, defende que é possível obter o desarmamento do grupo islamista e a desmilitarização do território palestino. Ele disse que Israel ainda avalia essa proposta.
“Estamos verificando isso. Eles nos enviaram um rascunho: não concordamos com ele, não é o nosso rascunho. Enviamos nossos comentários”, declarou o premiê.
+Hamas confirma acordo com Israel sobre desarmamento em Gaza
Netanyahu se reuniu na segunda-feira (3) com integrantes do Conselho da Paz apoiado pelos Estados Unidos. Na ocasião, recebeu garantias de que o Exército israelense só precisaria deixar as posições atuais em Gaza após o desarmamento do Hamas.
O premiê enfrenta, porém, pressão crescente de setores da coalizão de extrema direita para que rejeite o acordo. Dois ministros pediram uma nova votação sobre o plano, por considerarem que ele se distancia do que havia sido discutido inicialmente.
A pressão exercida pelos Estados Unidos sobre Israel, no sentido de conter os ataques em Gaza antes de uma retirada parcial, parece começar a surtir efeito. Segundo a imprensa israelense, as tropas foram orientadas a aguardar autorização do chefe do Estado-Maior para qualquer ataque seletivo no território palestino, salvo em casos de “perigo iminente”.
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