A Colômbia entrou nesta terça-feira (11) no segundo dia de buscas por sobreviventes do terremoto de magnitude 7,4 que atingiu o país na segunda-feira (10). Socorristas e voluntários trabalham entre os escombros de prédios que desabaram, muitas vezes usando as próprias mãos e ferramentas básicas para tentar localizar pessoas soterradas.
O terremoto deixou pelo menos 164 mortos e 483 feridos, segundo o balanço mais recente divulgado pelas autoridades. Ao menos 61 prédios colapsaram, enquanto 18 centros de saúde e 52 instituições de ensino foram afetados. Em Cali, uma das cidades mais atingidas, 188 pessoas são consideradas desaparecidas.
A Colômbia entrou nesta terça-feira (11) no segundo dia de buscas por sobreviventes do terremoto de magnitude 7,4 que atingiu o país na segunda-feira (10). Socorristas e voluntários trabalham entre os escombros de prédios que desabaram, muitas vezes usando as próprias mãos e ferramentas básicas para tentar localizar pessoas soterradas.
O terremoto deixou pelo menos 224 mortos e 483 feridos, segundo o balanço mais recente divulgado pelas autoridades. Ao menos 61 prédios colapsaram, enquanto 18 centros de saúde e 52 instituições de ensino foram afetados. Em Cali, uma das cidades mais atingidas, 188 pessoas são consideradas desaparecidas.
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A maior parte de Pereira, cidade que concentra o maior número de vítimas, permanece sem energia elétrica. Durante a noite, voluntários usaram lanternas para procurar sinais de vida sob as ruínas.
“É muito angustiante, não tenho palavras para tudo o que está acontecendo neste momento. Estamos tentando retirar os escombros porque aqui ficavam todos os vendedores de loteria”, relatou Juana Marín, de 25 anos, à AFP.
Segundo a Associação Colombiana de Cidades Capitais, Pereira registra pelo menos 60 mortes.
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Resgates continuam em meio aos escombros
Em Cali, equipes de emergência montaram correntes humanas para retirar os destroços de edifícios de até cinco andares que desabaram. Picaretas e outras ferramentas são usadas na operação, enquanto os socorristas pedem silêncio periodicamente para tentar ouvir possíveis vítimas.
Cães também participam das buscas. A operação ocorre em uma corrida contra o tempo, diante da possibilidade de ainda haver sobreviventes presos sob as estruturas destruídas.
O epicentro do terremoto foi registrado próximo a San José del Palmar, no departamento de Chocó, no oeste do país. A região, uma das mais pobres da Colômbia, contabiliza ao menos 13 mortos.
Até o momento, foram registrados 47 tremores secundários, segundo a autoridade geológica.
Terremoto foi sentido em vários países
O terremoto ocorreu às 7h34 no horário local de segunda-feira (10), segundo os serviços geológicos da Colômbia e dos Estados Unidos. O tremor foi sentido em diferentes regiões do país e também em áreas da Venezuela, no Equador, no Panamá e no Brasil.
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Em Bogotá, prédios foram esvaziados e centenas de pessoas deixaram os edifícios após o início dos tremores. Apesar do susto, o prefeito Carlos Galán afirmou que, na capital, foram identificadas apenas rachaduras superficiais em algumas construções.
Seis aeroportos também tiveram problemas de infraestrutura e ficaram temporariamente inoperantes para voos comerciais.
O terremoto trouxe à memória a tragédia de 1999, quando um forte tremor atingiu a região e deixou quase 1.200 mortos.
Governo decreta emergência
O presidente Abelardo de la Espriella, que assumiu o cargo apenas três dias antes do terremoto, declarou estado de emergência e prometeu coordenar uma operação nacional de resgate e assistência às vítimas.
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A mobilização também recebeu ofertas de ajuda internacional. Os Estados Unidos anunciaram US$ 15,5 milhões, cerca de R$ 80 milhões, para auxiliar nas ações de emergência. A União Europeia colocou à disposição o sistema de satélites Copernicus para apoiar as operações.
Israel, México, Chile, Argentina e El Salvador também ofereceram assistência à Colômbia.
Com informações da AFP
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