A União Europeia impôs novas sanções a cerca de 40 pessoas e entidades envolvidas na deportação de crianças ucranianas para a Rússia e na exclusão do partido oposicionista russo Yabloko das mais recentes eleições legislativas do país. O anúncio foi feito nesta segunda-feira (28), em Bruxelas.
As punições preveem a proibição de entrada na UE e o congelamento de bens mantidos nos países do bloco.
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De acordo com comunicado divulgado pelos 27 Estados-membros, 17 entidades e dez pessoas foram incluídas na lista por participarem da “deportação sistemática e ilegal e da transferência forçada” de menores ucranianos para território russo, além da “assimilação forçada” dessas crianças.
Em março, uma comissão internacional de investigação da ONU acusou Moscou de cometer “crimes contra a humanidade” ao retirar à força milhares de crianças da Ucrânia e dificultar o retorno delas ao país.
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Outras dez pessoas foram sancionadas por atuarem para impedir que o Yabloko concorresse no pleito legislativo realizado entre 18 e 20 de setembro.
Na votação, o Rússia Unida, partido do presidente Vladimir Putin, conquistou um número recorde de cadeiras. Apenas legendas que apoiam, em maior ou menor grau, Putin e a continuidade da guerra na Ucrânia foram autorizadas a participar.
O Yabloko, única sigla abertamente contrária ao conflito, acabou barrado da disputa.
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