O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quarta-feira (12) que os EUA “têm controle total” sobre o Estreito de Ormuz. A declaração foi dada através da rede social Truth Social.
“Os EUA têm controle total sobre o Estreito de Ormuz. Acho que vamos mantê-lo! Nosso bloqueio naval está sendo chamado, por todos, de ‘muro de aço’, e não há nada que o Irã possa fazer a respeito”, escreveu Trump.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quarta-feira (12) que os EUA “têm controle total” sobre o Estreito de Ormuz. A declaração foi dada através da rede social Truth Social.
“Os EUA têm controle total sobre o Estreito de Ormuz. Acho que vamos mantê-lo! Nosso bloqueio naval está sendo chamado, por todos, de ‘muro de aço’, e não há nada que o Irã possa fazer a respeito“, escreveu Trump.
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A declaração foi dada dias após o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araqchi, afirmar que não reabriria o canal a menos que os EUA atendessem a certas exigências feitas por Teerã — elas incluem o término das ameaças militares, o fim de hostilidades em toda a região, a liberação de ativos iranianos congelados no exterior e o pagamento de indenização por danos causados na guerra.
“Eles não têm Marinha, não têm Força Aérea, seus soldados restantes não recebem pagamento, a Guarda Revolucionária Islâmica está dizimada e em fuga, e sua liderança é incerta, na melhor das hipóteses!”, completou Trump na publicação.
“Eles não têm dinheiro – seu país está ‘acabado’. Tudo o que eles têm são notícias falsas e inflação de 300%, e piorando! O Irã só fala e não age, não é mais o valentão do Oriente Médio. Louvado seja Alá!”, concluiu.
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O Estreito de Ormuz é uma das principais rotas marítimas do mundo para o transporte de petróleo. Ela é a passagem por onde os petroleiros deixam o Golfo Pérsico e está fechada desde o início da guerra.
Irã e Estados Unidos continuam em desacordo sobre os esforços para chegar a um acordo sobre o fim permanente da guerra. Uma fonte iraniana de alto escalão falou à Reuters que não houve progresso nas negociações para reativar o acordo provisório de paz firmado em junho.
*com informações da Reuters
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