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Colômbia ainda registra mais de 300 desaparecidos; buscas entram em fase crítica

Pelo menos 273 mortes foram confirmadas depois do terremoto de magnitude 7,4 do início da semana

Voluntários escavam os escombros em Pereira após o terremoto na Colômbia.
Voluntários escavam os escombros em Pereira após o terremoto na Colômbia | Reprodução/Reuters

Quatro dias após o terremoto de magnitude 7,4 que atingiu o oeste da Colômbia, o número de mortos chegou a 273, enquanto 377 pessoas continuam desaparecidas, segundo dados oficiais divulgados nesta quinta-feira (13).

O diretor-geral da Unidade Nacional de Gestão de Riscos de Desastres da Colômbia (UNGRD), David Santiago Tamayo, informou que 3.824 ficaram feridos. Segundo ele, das 273 mortes registradas, 250 corpos foram encaminhados ao Instituto Médico Legal, 227 já foram identificados e 189 foram entregues às famílias.

O terremoto aconteceu na manhã de segunda-feira (10) e atingiu principalmente o oeste do país, região conhecida por concentrar parte importante da produção de café. As equipes de emergência permanecem mobilizadas nas áreas afetadas, enquanto as buscas por desaparecidos continuam. Com o passar dos dias, as operações de resgate se tornam mais difíceis e a esperança de encontrar sobreviventes diminui.

Quatro dias após o terremoto de magnitude 7,4 que atingiu o oeste da Colômbia, o número de mortos chegou a 273, enquanto 377 pessoas continuam desaparecidas, segundo dados oficiais divulgados nesta quinta-feira (13).

O diretor-geral da Unidade Nacional de Gestão de Riscos de Desastres da Colômbia (UNGRD), David Santiago Tamayo, informou que 3.824 ficaram feridos. Segundo ele, das 273 mortes registradas, 227 foram identificadas.

O terremoto aconteceu na manhã de segunda-feira (10) e atingiu principalmente o oeste do país, região conhecida por concentrar parte importante da produção de café. As equipes de emergência permanecem mobilizadas nas áreas afetadas, enquanto as buscas por desaparecidos continuam. Com o passar dos dias, as operações de resgate se tornam mais difíceis e a esperança de encontrar sobreviventes diminui.

Em Cali, uma das cidades com mais vítimas fatais, voluntários e equipes de resgate tentam remover o máximo de escombros possível, um sinal de que a resposta ao desastre estava entrando em uma fase mais sombria após as cruciais primeiras 72 horas.

As autoridades informaram que mais de 150 réplicas foram registradas desde o terremoto principal, aumentando a pressão sobre os sobreviventes e os riscos enfrentados pelas equipes de resgate que vasculham os escombros instáveis.

+ Imagens de drone mostram destruição causada pelo terremoto na Colômbia

Vulcão Purace está em alerta laranja

A situação também preocupa as autoridades por causa do aumento da atividade do vulcão Purace, localizado no departamento de Cauca, uma das áreas afetadas pelo terremoto.

Tamayo afirmou que uma comissão técnica da UNGRD monitora o vulcão desde o último fim de semana. O grupo avalia a atividade vulcânica e as condições dos abrigos que poderiam receber moradores caso seja necessário retirar a população.

O alerta permanece em nível laranja, indicando a necessidade de acompanhamento constante e preparação para uma possível mudança na atividade do vulcão. O Serviço Geológico da Colômbia também registrou novas emissões de cinzas e gases nos últimos dias.

+ Bebê de seis meses resgatado com vida após terremoto na Colômbia

* Com informações da agência Reuters.

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