Luigi Mangione, de 28 anos, admitiu nesta sexta-feira (14) ter assassinado a tiros Brian Thompson, então CEO da unidade de seguros de saúde da UnitedHealth Group. Mangione, em seguida, se declarou culpado de duas acusações federais de perseguição com intenção de matar.
A declaração foi feita em um tribunal federal de Nova York. Com o acordo, Mangione evita um julgamento no processo federal. A juíza Margaret Garnett informou que ele pode receber prisão perpétua em cada uma das acusações. A sentença foi marcada para 18 de dezembro.
O caso, que ganhou repercussão mundial, foi condenado por autoridades públicas, mas se tornou emblemático da frustração dos americanos com as práticas do setor de seguros de saúde.
Durante a audiência, Mangione afirmou que passou a pesquisar os detalhes da conferência da empresa depois de sofrer uma fratura na coluna e enfrentar dificuldades para compreender o sistema de seguro de saúde. Ele disse ainda que utilizou uma impressora 3D para fabricar parte da arma usada no crime e viajou para Nova York com a intenção de matar Thompson.
Thompson foi morto a tiros em 4 de dezembro de 2024, em frente a um hotel de Nova York onde ocorria uma conferência de investidores da UnitedHealthcare. Mangione foi preso cinco dias depois, na Pensilvânia.
Luigi Mangione, de 28 anos, admitiu nesta sexta-feira (14) ter assassinado a tiros Brian Thompson, então CEO da unidade de seguros de saúde da UnitedHealth Group. Mangione, em seguida, se declarou culpado de duas acusações federais de perseguição com intenção de matar.
A declaração foi feita em um tribunal federal de Nova York. Com o acordo, Mangione evita um julgamento no processo federal. A juíza Margaret Garnett informou que ele pode receber prisão perpétua em cada uma das acusações. A sentença foi marcada para 18 de dezembro.
O caso, que ganhou repercussão mundial, foi condenado por autoridades públicas, mas se tornou emblemático da frustração dos americanos com as práticas do setor de seguros de saúde.
Durante a audiência, Mangione afirmou que passou a pesquisar os detalhes da conferência da empresa depois de sofrer uma fratura na coluna e enfrentar dificuldades para lidar com o sistema de seguro de saúde. Antes, o homem escreveu em diário que seu crime seria para protestar contra o sistema de saúde dos EUA e por acreditar que a indústria de seguros médicos havia destruído a sua vida.
Para o crime, ele disse ainda que utilizou uma impressora 3D para fabricar parte da arma usada no crime e viajou para Nova York com a intenção de matar Thompson.
Thompson foi morto a tiros em 4 de dezembro de 2024, em frente a um hotel de Nova York onde ocorria uma conferência de investidores da UnitedHealthcare. Mangione foi preso cinco dias depois, na Pensilvânia.
Sem pena de morte
Mangione chegou a correr o risco de ser condenado à morte no processo federal. No entanto, em janeiro de 2026, a juíza Margaret Garnett rejeitou as acusações federais de homicídio e porte de arma por questões jurídicas, retirando a possibilidade de pena de morte nesse processo.
Com a declaração de culpa feita nesta sexta-feira (14), ele agora pode receber prisão perpétua pelas acusações federais às quais se declarou culpado.
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Processo estadual
A confissão no processo federal ocorre enquanto Luigi Mangione ainda enfrenta acusações no estado de Nova York. Em setembro de 2025, um juiz rejeitou as acusações de terrorismo apresentadas contra ele.
O julgamento do processo estadual, que inclui uma acusação de homicídio em segundo grau, está marcado para 8 de setembro. Se condenado, Mangione pode receber pena de 25 anos de prisão à prisão perpétua.
A defesa também apresentou uma moção para arquivar a acusação estadual com base na proteção contra a dupla incriminação, que impede que uma pessoa seja processada duas vezes pela mesma conduta. A promotoria de Manhattan ainda pode contestar o pedido.
A família de Thompson afirmou que a declaração de culpa representa um “passo importante rumo à justiça”. “Esperamos que o tribunal garanta que a sentença reflita a gravidade deste crime”, disse.
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* Com informações da agência Reuters.
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