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Moda e futebol celebram orgulho LGBTQIAPN+ na trajetória de Sam Porto

Sam Porto destaca a moda como ferramenta essencial para sua afirmação de gênero e critica a falta de representatividade na indústria.

Sam Porto — Foto: Divulgação
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Sam Porto foi o primeiro homem trans a desfilar no São Paulo Fashion Week em 2019 e se tornou um símbolo de representatividade na moda. Recentemente, ele falou sobre como a moda ajudou na sua afirmação de gênero durante a infância. Sam contou que usou seu estilo para se comunicar com a família, mesmo não se sentindo parte do mundo da moda. Ele sempre preferiu roupas largas e confortáveis, que o ajudavam a praticar esportes, e um presente marcante foi uma chuteira da Nike, que simbolizou o apoio dos pais. Sam também se inspirou na cultura do rap e do hip-hop, adaptando referências de artistas como 50 Cent e Beyoncé. Hoje, ele usa sua visibilidade para destacar a falta de representatividade de pessoas trans na moda, lembrando que, apesar de seu sucesso, a diversidade ainda enfrenta desafios.

O modelo Sam Porto, que fez história em 2019 ao se tornar o primeiro homem trans a desfilar no São Paulo Fashion Week, reflete sobre a importância da moda em sua afirmação de gênero. Desde sua estreia, Porto se destacou por sua mensagem de respeito à diversidade, tornando-se um ícone na luta por representatividade.

Recentemente, em entrevista à Vogue Brasil, Sam compartilhou como a moda o ajudou a se comunicar com sua família durante a infância. Ele revelou que, mesmo sem se sentir parte do mundo da moda, utilizou seu estilo para expressar sua identidade. “Eu fui uma criança trans e achava que a moda não fazia parte da minha vida”, afirmou. O modelo, que também se dedicou ao futebol, enfrentou a transfobia e teve que escolher entre seguir no esporte ou viver sua verdade como homem trans.

A Influência da Moda

Sam recorda que sempre preferiu roupas largas e confortáveis, como bermudas e tênis, que facilitavam sua participação em atividades esportivas. Ele destacou que a escolha de suas roupas ajudou sua família a entender sua identidade. Um momento marcante foi quando recebeu a chuteira Mercurial da Nike, um presente que simbolizou o apoio de seus pais e o ajudou a se enturmar com os amigos.

Além disso, a cultura do rap e do hip-hop também influenciou seu estilo. Sam se inspirou em artistas como 50 Cent e Beyoncé, adaptando suas referências para se afirmar. Ele reconhece que, apesar de inicialmente não perceber, a moda sempre esteve presente em sua vida como um meio de acolhimento e expressão.

Reflexões sobre Representatividade

Atualmente, Sam Porto utiliza sua visibilidade na indústria da moda para questionar a falta de representatividade de pessoas trans. Ele observa que, apesar de seu sucesso, a diversidade na moda enfrenta retrocessos. “A moda ajudou na minha afirmação de gênero”, conclui, ressaltando a ironia de ser um modelo em um espaço que antes parecia inacessível.

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