Lançada em julho de 2022, a Carteira de Identidade Nacional (CIN) já foi emitida para 20 milhões de brasileiros, conforme dados do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI). Apesar da adesão crescente, a troca do RG pela CIN não é obrigatória, pois o RG permanece válido até 2032. A emissão da […]
Lançada em julho de 2022, a Carteira de Identidade Nacional (CIN) já foi emitida para 20 milhões de brasileiros, conforme dados do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI). Apesar da adesão crescente, a troca do RG pela CIN não é obrigatória, pois o RG permanece válido até 2032. A emissão da CIN é gratuita e está disponível em todos os estados e no Distrito Federal, mediante agendamento prévio.
Para obter a CIN, é necessário apresentar a certidão de nascimento ou casamento e o CPF, além de ter a situação cadastral do CPF regularizada na Receita Federal. Durante o atendimento, os dados biométricos e biográficos do cidadão são coletados, e é possível solicitar a inclusão de documentos na versão digital da CIN. O documento pode ser retirado no local ou acessado pelo aplicativo Gov.br.
A validade da CIN varia conforme a idade do cidadão: cinco anos para crianças até 12 anos, dez anos para pessoas entre 12 e 60 anos, e validade indeterminada para maiores de 60 anos. O MGI ressalta a importância de atualizar qualquer alteração nos dados cadastrais e, em caso de perda ou roubo, é necessário registrar um boletim de ocorrência e solicitar a segunda via.
Minas Gerais lidera as emissões com 2,46 milhões, seguido pelo Rio Grande do Sul e São Paulo. Proporcionalmente, o Piauí destaca-se com 29,78% da população já emitindo a CIN. O governo federal visa alcançar 130 milhões de emissões até o final de 2026, com a CIN substituindo o antigo RG em todo o Brasil.
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