A polícia de Fort Worth devolveu as obras da fotógrafa Sally Mann que haviam sido confiscadas em janeiro no Museu de Arte Moderna. A devolução foi confirmada por organizações de direitos civis, como a Coalizão Nacional Contra a Censura e a ACLU do Texas. O caso começou após reclamações de que as imagens de Mann eram “inapropriadas” e comparadas a “pornografia infantil”. As fotografias faziam parte de uma exposição que discutia temas de família e comunidade. Após a remoção, a investigação gerou reações negativas em todo o país, levando as organizações a pedirem a devolução das obras. Embora as acusações contra o museu tenham sido retiradas, a situação das fotografias ficou incerta até agora. A diretora da NCAC destacou que a devolução é uma vitória para a liberdade artística e um controle sobre abusos de poder. O diretor da FIRE também comentou que a polícia não deveria ter tratado a arte como contrabando, ressaltando que a liberdade de expressão foi mantida.
A polícia de Fort Worth devolveu as obras da fotógrafa Sally Mann que haviam sido confiscadas em janeiro no Museu de Arte Moderna. A devolução foi confirmada por organizações de direitos civis, incluindo a Coalizão Nacional Contra a Censura (NCAC) e a União Americana pelas Liberdades Civis do Texas (ACLU do Texas).
A investigação, marcada por controvérsias, começou após reclamações de que as imagens de Mann eram “inapropriadas” e comparadas a “pornografia infantil”. As fotografias foram retiradas de uma exposição coletiva que abordava temas como família e comunidade. O evento, intitulado “Diários de Casa”, apresentava obras de treze artistas mulheres e não binários.
Após a remoção das obras, a investigação gerou reações negativas em nível nacional, levando três organizações de direitos civis a exigirem a devolução das fotografias. As acusações contra o museu foram posteriormente retiradas, mas a situação das obras permaneceu incerta até agora.
Elizabeth Larison, diretora do programa de arte da NCAC, destacou a importância da devolução, afirmando que isso representa uma vitória para a liberdade artística e um controle sobre abusos de poder governamental. Aaron Terr, diretor de defesa pública da FIRE, também comentou que a polícia não deveria ter confiscado arte como se fosse contrabando, enfatizando que a liberdade de expressão prevaleceu.
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