O governo do Egito garantiu que a soberania do Monastério de Santa Catarina será mantida. O ministro das Relações Exteriores do Egito informou ao seu colega grego que o valor espiritual e religioso do monastério e das áreas arqueológicas ao redor será preservado. Isso ocorreu após uma decisão judicial que afirmou que o estado é o proprietário da terra, mas que os monges têm o direito de usar o local. A Igreja Ortodoxa Grega expressou preocupação, mas reconheceu as garantias do Egito de que o culto cristão continuará no local, que tem uma tradição de 17 séculos. A presidência egípcia também afirmou que a decisão judicial reforça o compromisso do estado em preservar o status religioso do monastério.
O ministro das Relações Exteriores do Egito, Sameh Shoukry, garantiu à Grécia que a soberania do Monastério de Santa Catarina está assegurada. A declaração foi feita em uma reunião com seu homólogo grego, onde enfatizou a importância espiritual e religiosa do local, que possui uma tradição de 17 séculos.
Recentemente, o monastério enfrentou incertezas após uma decisão judicial que declarou que o Estado egípcio é o proprietário da terra, mas reafirmou o direito dos monges de utilizá-la. A Igreja Ortodoxa Grega expressou preocupações sobre a continuidade do culto cristão no local, considerando-o sagrado.
O Patriarcado de Jerusalém também se manifestou, destacando sua obrigação de garantir a continuidade da adoração cristã no monastério. A instituição reconheceu as garantias do governo egípcio de que não haverá interferência nas práticas religiosas.
A presidência do Egito afirmou que a decisão judicial reforça o compromisso do Estado em preservar o status religioso do monastério. O Monastério de Santa Catarina, situado na Península do Sinai, é um dos mais antigos centros cristãos do mundo e um importante patrimônio da humanidade.
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