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Hollywood acusa IA chinesa Seedance por infração ampla de direitos autorais

Hollywood acusa Seedance, IA chinesa da ByteDance, de uso não autorizado de obras protegidas em larga escala após vídeo com Brad Pitt e Tom Cruise

Letreiro de Hollywood, em Los Angeles, na Califórnia. — Foto: Reuters
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  • A Motion Picture Association acusa o Seedance 2.0, serviço de geração de vídeos da ByteDance, de uso não autorizado de obras protegidas nos Estados Unidos em larga escala.
  • Um vídeo gerado por IA que mostra Brad Pitt e Tom Cruise em luta na cobertura de um edifício circulou nas redes, ajudando a sustentar a denúncia.
  • O Seedance 2.0 foi lançado em versão de teste limitada na China, mas já produz imagens hiper-realistas que ganharam inscrição nas redes.
  • O presidente da Motion Picture Association, Charles H. Rivkin, afirmou que o serviço opera sem garantias contra falsificação e viola direitos autorais, afetando criadores e empregos nos EUA.
  • Além de Pitt e Cruise, as imagens incluem cenas de super-heróis e de personagens de jogos eletrônicos.

A associação que representa os grandes estúdios de Hollywood acusa o serviço chinês Seedance de uso não autorizado de obras protegidas por direitos autorais nos EUA em larga escala. A denúncia acompanha a circulação de um clipe gerado por IA que mostra Brad Pitt e Tom Cruise brigando na cobertura de um prédio. Disney, Universal, Warner e Netflix estão entre os signatários da associação.

O comunicado foi publicado na madrugada de sexta-feira (13), depois que um vídeo, já circulando desde a terça-feira (10), ganhou destaque nas redes sociais. A peça reforça que Seedance 2.0 produz imagens com Pitt e Cruise em combate, além de outras cenas de super-heróis e personagens de jogos.

Segundo a Motion Picture Association, o software chinês Seedance 2.0 opera com uso não autorizado de obras americanas, sem garantias contra falsificação. A entidade ressalta que a prática afeta criadores e pode impactar empregos nos EUA.

Contexto técnico e legal

O Seedance 2.0 foi lançado, em versão de teste, na China. Mesmo em fase inicial, imagens hiper-realistas circulam amplamente, alimentando debates sobre direitos autorais, proteção de conteúdo e responsabilidade das plataformas de IA.

A P&A (presidente da associação) Charles H. Rivkin afirma que o lançamento de um serviço sem salvaguardas contra falsificações viola direitos criativos. A posição da indústria reforça a pressão por diretrizes regulatórias e mecanismos de remuneração para criadores.

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