- A Polícia Federal prendeu nesta terça-feira (31) um ex-servidor do Superior Tribunal de Justiça suspeito de integrar esquema de venda de sentenças.
- A prisão preventiva foi autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Cristiano Zanin, desdobramento da Operação Sisamnes.
- Foi cumprido mandado de busca e apreensão contra o ex-servidor, e a PF pediu a prisão preventiva por suposta obstrução às investigações.
- o ex-servidor atuava como técnico judiciário e foi demitido em agosto do ano passado por irregularidades no exercício do cargo.
- Segundo a investigação, advogados e lobistas, com apoio de servidores de gabinetes, teriam negociado decisões judiciais no STJ; o caso começou a ser investigado em 2024.
A Polícia Federal prendeu nesta terça-feira (31) um ex-servidor do STJ suspeito de integrar um esquema de venda de sentenças. A prisão preventiva foi autorizada pelo ministro do STF Cristiano Zanin, como desdobramento da Operação Sisamnes. A operação apura obstrução de investigações.
Desdobramentos da operação
A PF cumpriu mandado de busca e apreensão contra o ex-servidor pela manhã. Após análise dos materiais apreendidos, a corporação pediu a prisão preventiva, sob a suspeita de obstrução das investigações.
O ex-servidor atuava como técnico judiciário e foi demitido em agosto do ano passado por ilegalidades no exercício do cargo público. Até agora, nenhum ministro do STJ figura como investigado.
Contexto da investigação
Segundo apuração, o esquema envolve advogados e lobistas que, com apoio de servidores dos gabinetes, negociariam decisões judiciais dentro do STJ. A investigação teve início em 2024.
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