- SP lançou o Guia Turístico das Aldeias Indígenas, com 16 aldeias abertas para visitação, visando turismo mais consciente.
- O material foi desenvolvido pela Secretaria de Turismo e Viagens em parceria com a Secretaria da Justiça e Cidadania do Estado, divulgado em 14 de abril de 2026.
- O guia oferece imersão cultural com trilhas guiadas, canto e dança, pintura corporal, gastronomia tradicional, contação de histórias, objetos, plantas medicinais, agricultura e jogos típicos.
- As aldeias ficam em onze municípios: Arco-Íris, Avaí, Braúna, Guarulhos, Itaporanga, Miracatu, Pariquera-Açu, Peruíbe, São Paulo, São Sebastião e Ubatuba.
- Também são destacados espaços de preservação cultural, como o Museu das Culturas Indígenas e o Museu Índia Vanuíre, promovendo desenvolvimento sustentável e turismo de base comunitária.
O Governo de São Paulo publicou o Guia Turístico das Aldeias Indígenas, anunciado na terça- feira, 14 de abril de 2026. A iniciativa visa ampliar o olhar sobre povos originários e promover um turismo mais consciente, com respeito às tradições.
O material, elaborado pela Secretaria de Turismo e Viagens em parceria com a Secretaria da Justiça e Cidadania, valoriza saberes nativos e oferece experiências imersivas. Inclui trilhas, canto, dança, pintura corporal e gastronomia tradicional.
Ao todo, o guia reúne 16 aldeias localizadas em 11 municípios do estado: Arco-Íris, Avaí, Braúna, Guarulhos, Itaporanga, Miracatu, Pariquera-Açu, Peruíbe, São Paulo, São Sebastião e Ubatuba.
A secretária de Turismo e Viagens, Ana Biselli, destaca que a iniciativa diversifica a oferta turística estadual e promove um modelo mais inclusivo, com protagonismo das comunidades. O objetivo é incentivar práticas respeitosas.
Além das aldeias, o guia indica espaços de preservação cultural, como o Museu das Culturas Indígenas e o Museu Índia Vanuíre, ampliando o conjunto de referências para visitantes.
O guia também funciona como ferramenta de desenvolvimento sustentável, estimulando o turismo de base comunitária, gerando renda local e fortalecendo a autonomia dos povos originários.
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