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Tia comenta estado da filha de Gisele e decisão do caso surge

Decisão não suspende o processo contra o tenente-coronel Neto; andamento continua e justiça avalia competência, enquanto tia de Gisele comenta sobre a filha de sete anos

Nova decisão envolvendo caso de Gisele Alves surgiu
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  • Uma nova decisão sobre o caso da soldado da PM Gisele Alves Santana foi divulgada, com detalhes sobre a atuação da justiça militar e o andamento do processo envolvendo o tenente-coronel Neto.
  • O marido de Gisele, o tenente-coronel Geraldo Leite Rosa, afirma que a esposa se suicidou, mas as investigações apontam que quem atirou foi Neto; ele está detido desde dezenove de março e foi indiciado por feminicídio e fraude processual.
  • A defesa da família de Gisele informou que não houve suspensão do processo contra Neto; há decisão responsável pela juíza Michele Porto de Medeiros Cunha Carreiro que trata da citação do acusado e do possível deslocamento de competência para a justiça comum.
  • A juíza explicou que, conforme o Código de Processo Penal, o Superior Tribunal de Justiça pode suspender o andamento do processo, mas, no caso, ainda não houve suspensão; o processo continua em andamento aguardando a regular citação do acusado.
  • A tia de Gisele, Ana Durval, comentou sobre a filha da soldado, que tem sete anos, e afirmou que a guarda permanece com o pai; ela descreveu o impacto da perda e a ausência de Gi.

Uma nova decisão sobre o caso envolvendo a soldado Gisele Alves Santana veio a público. A defesa da família afirmou detalhes da tramitação processual e a possível suspensão do andamento contra o tenente-coronel Neto. A informação foi apresentada pelo advogado José Miguel Junior Silva.

Gisele foi morta em seu apartamento em São Paulo, no dia 18 de fevereiro, quando estava com o marido, o tenente-coronel Geraldo Leite Rosa. A versão apresentada pela defesa aponta que o relatório aponta para violência doméstica, mas as investigações indicam que Neto teria sido o autor do feminicídio.

O tenente-coronel Neto está detido desde 18 de março. Ele foi indiciado por feminicídio e fraude processual. A defesa questiona a competência da Justiça Militar na avaliação do caso, enquanto a Justiça comum segue o curso regular da ação penal.

Situação processual

O advogado da família explicou que a ação penal não corre em segredo de justiça e que houve conflito positivo de competência. A juíza responsável pela ação apontou que a suspensão do processo, caso haja deliberação do STJ, seria de competência superior. O andamento do processo não está suspenso.

Segundo a defesa, a juíza determinou apenas a citação do acusado para responder à acusação na Justiça comum. A tramitação segue aberta, com a regularização da defesa para que Neto responda aos autos.

A filha e a família

Gisele deixa uma filha de sete anos, fruto do casamento anterior. A tia da criança, Ana Durval, escreveu em redes sociais sobre a dor da perda e o impacto na menina, destacando o vazio deixado pela ausência da mãe.

Ana Durval relatou que a guarda da menina permanece com o pai. Ela enfatizou que a criança vive dias difíceis, com a ausência de afeto materno e mudanças decorrentes do luto. A família afirma buscar apoio para a criança lidar com a situação.

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