- Cataratas do Niágara, na fronteira entre EUA e Canadá, onde a névoa das quedas cria arco-íris em dias ensolarados.
- Cataratas de Iguaçu, entre Brasil e Argentina, com alto volume de gotas que formam arcos coloridos com a incidência de sol.
- Honolulu, Havaí, conhecido como a “Capital dos Arco-íris” por combinar chuvas rápidas e sol brilhante.
- Parque Nacional de Yosemite, Califórnia, quedas como Bridalveil Fall geram névoa constante que reflete a luz e produz arco-íris, inclusive em noites de lua cheia.
- Ilha de Skye, Escócia, clima úmido e luz intermitente criam arcos vibrantes sobre as paisagens montanhosas.
O fenômeno óptico e meteorológico do arco-íris ocorre quando a luz solar refrata, reflete e dispersa em gotas de chuva. Condições de sol, umidade e água em suspensão explicam sua frequência em diversas regiões do mundo.
Regiões com chuva e sol simultâneos atraem espectadores: os arcos aparecem após aguaceiros, com o Sol baixo no céu. Em muitos locais, o volume de água e a névoa elevam a visibilidade do fenômeno.
Locais onde os arco-íris aparecem com frequência
Cataratas do Niágara, na fronteira EUA-Canadá, geram grande névoa que, sob luz solar, forma arcos multicoloridos em dias ensolarados.
Nas Cataratas de Iguaçu, entre Brasil e Argentina, o enorme volume de água lança gotículas ao ar, criando ocasiões para arco-íris com o sol incidindo nas partículas.
Honolulu, em Oahu, Havaí, é conhecido como a capital dos arco-íris, com clima tropical, chuvas rápidas e sol fortes que favorecem o fenômeno.
As Montanhas Grampians, em Victoria, Austrália, combinam chuvas locais com sol, aumentando a incidência, inclusive de arcos duplos.
Seljalandsfoss, no sul da Islândia, projeta spray da cachoeira que, com boa incidência solar, gera arcos visíveis de várias trilhas ao redor.
As Montanhas de Wicklow, na Irlanda, possuem clima úmido com chuvas frequentes e períodos de sol que favorecem o aparecimento dos arcos.
A Baía de Fundy, em New Brunswick, Canadá, registra as maiores marés do mundo; spray e névoa, somados ao sol, produzem arcos no nascer e pôr do sol.
Jet d’Eau, em Genebra, Suíça, ao lançar água a 140 metros, forma arcos ao redor do monumento quando a neblina do jato é iluminada pelo sol.
O Parque Nacional de Yosemite, na Califórnia, oferece arcos com frequência em suas cachoeiras, como Bridalveil Fall, especialmente na primavera; há ainda o arco-íris lunar em lua cheia.
Ilha de Skye, na Escócia, apresenta arcos vibrantes sobre paisagens montanhosas, com chuva e sol intermitentes criando cenários marcantes.
O Grand Canyon, no Arizona, registra arcos durante chuvas rápidas no deserto, contrastando com as rochas avermelhadas.
Fiordes da Noruega, em Bergen, combinam montanhas e água suspensa por chuva leve seguida de sol, realçando os arcos.
Parque Nacional Torres del Paine, na Patagônia chilena, associa ventos fortes e variações climáticas a arcos em meio aos lagos azuis.
Cachoeira Hukou, no Rio Amarelo, Shaanxi, China, atrai fotógrafos com quedas intensas que geram arcos pela dispersão da luz nas gotículas em suspensão.
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