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Moro afirma que governo teme sabatina de Messias

Governo é visto temer sabatina de Messias na CCJ; Moro diz que substituição por Renan Filho expõe insegurança de Lula

Na imagem, Sérgio Moro (PL-PR) em vídeo publicado no seu perfil do X
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  • Moro afirma ter sido retirado da CCJ, substituído por Renan Filho, e diz que a mudança evidencia insegurança do governo com a sabatina de Jorge Messias para o STF.
  • Messias, indicado pelo presidente Lula, será sabatinado pela CCJ na quarta-feira, 29 de abril de 2026.
  • Na CCJ, Messias tem treze votos declarados a favor; falta apenas um para a maioria, e cinco integrantes ainda não declararam voto.
  • Entre os indecisos, Oriovisto Guimarães deve votar contra; Cid Gomes e Rodrigo Pacheco tendem a votar a favor; Jayme Campos não respondeu.
  • O Planalto busca chegar a pelo menos cinquenta votos para facilitar a aprovação no plenário, que requer quarenta e um votos, tornando o processo mais tranquilo.

O senador Sérgio Moro (PL-PR) afirmou em rede social que foi retirado da CCJ, responsável pela sabatina de ministros, para a indicação de Jorge Messias ao STF. Moro aponta a mudança como sinal de insegurança do governo com a nomeação. Renan Filho (MDB-AL) substituiu-o na comissão.

Moro reforçou que votará contra Messias no plenário, chamando a manobra de negativa ao processo. A declaração foi feita após a divulgação da substituição na CCJ, que ocorre antes da sabatina marcada para a quarta-feira seguinte.

Situação de Jorge Messias

Jorge Messias foi indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para o Supremo e será sabatinado pela CCJ na quarta-feira, 29 de abril de 2026. Segundo apuração do Poder360, Messias tem 13 votos declarados a favor na CCJ, faltando apenas um para a maioria necessária.

Dos 27 integrantes da CCJ, cinco não declararam voto até o momento. Cids Gomes, Oriovisto Guimarães, Professora Dorinha, Rodrigo Pacheco e Vanderlan Cardoso aparecem entre os que ainda não se manifestaram. Indecisos entre governistas, Cid e Pacheco tendem a apoiar Messias.

Entre os legisladores com posição definida, Oriovisto Guimarães deve votar contra, segundo aliados. Jayme Campos não respondeu aos questionamentos do Poder360. O placar na CCJ pode pressionar o plenário, onde a maioria necessária é de 41 dos 81 senadores.

Se aprovada na CCJ, a indicação avança para o plenário do Senado, com disputa ainda mais apertada. Messias sustenta possuir ao menos 45 votos, quatro acima do mínimo. O Planalto busca ampliar esse apoio para cerca de 50 votos.

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