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Leite de gergelim ganha espaço pelo alto valor nutritivo

Leite vegetal de gergelim avança pela alta concentração de cálcio, magnésio e ômega, oferecendo alternativa nutritiva ao leite de vaca

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  • O leite de gergelim ganha espaço como alternativa ao leite de vaca, com cálcio, magnésio, ferro e zinco, além de ômega‑3 e ômega‑6.
  • Pode ser feito de forma caseira com água, gergelim, tâmaras, baunilha e filtragem final.
  • O gergelim é planta oleaginosa antiga, com origem na África e na Ásia, e a produção no Brasil tem crescido, impulsionada pelo mercado externo e pela resistência à seca.
  • Além do leite, o gergelim é usado em pães, tahine e óleos, agregando sabor e crocância a saladas, iogurtes e outros pratos; o óleo substitui o óleo de soja em algumas preparações.
  • Em geral é seguro, mas pessoas com colite ou obstruções intestinais devem evitar devido ao alto teor de fibras.

O leite de gergelim ganha espaço como alternativa ao leite de vaca, impulsionado por intolerância à lactose e escolhas de estilo de vida. A bebida, feita a partir das sementes, aparece como opção vegetal nutritiva e diferenciada.

O leite de gergelim destaca-se pelo cálcio em quantidade superior ao leite tradicional, além de magnêsio, ferro e zinco. Gorduras boas, como ômega 3 e 6, fortalecem energia e saúde cardiovascular.

A preparação caseira é simples: água, gergelim, tâmaras, baunilha e filtragem final. Com baixo custo, o processo atrai interessados em produção doméstica.

Origem e expansão do gergelim

A planta é uma das oleaginosas mais antigas cultivadas pela humanidade. Acredita-se origem na África e Ásia tropical, com variações desenvolvidas ao longo de milênios.

No Brasil, o gergelim chegou no século XVI, possivelmente por vias coloniais. A produção nacional cresceu nas últimas décadas, impulsionada pelo mercado externo e pela diversidade de usos.

Produzir gergelim é considerado economicamente atrativo, pois a planta resiste à seca e pode substituir o milho em cenários climáticos adversos. O custo baixo é um fator importante para produtores.

Usos, nutrientes e substitutos

O pão de gergelim é o consumo mais conhecido, especialmente em hambúrgueres. Além disso, o óleo substitui o de soja em temperos e preparações.

As sementes aparecem em iogurtes, saladas, cereais, sucos e sucos. O óleo agrega benefícios para saúde e beleza, sendo aplicado tanto na culinária quanto em tratamentos estéticos.

Os gergelim preto oferece maior teor de antioxidantes, cálcio e fibras; o branco, sem casca, tem sabor mais suave e maior conteúdo de lipídios e carboidratos.

O cálcio auxilia na formação de ossos e dentes, regula pressão arterial e contribui para funções cerebrais. Compostos como sesamina e fitoesterois ajudam o LDL a baixar e elevam o HDL.

Seus ácidos graxos, vitamina E e fitoquímicos promovem ação anti-inflamatória e antioxidante, além de favorecer o relaxamento vascular e a saúde cardiovascular.

Cuidados e limitações

As sementes contêm fibras em alta concentração, o que pode interessar pessoas sem problemas gastrointestinais. Indivíduos com colite devem evitar o consumo excessivo.

Como alimento, o gergelim é geralmente seguro para a maior parte da população. Em casos de alergia, deve-se consultar orientação médica antes de incluir na dieta.

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