Em Alta NotíciasPessoasAcontecimentos internacionaisConflitosPolítica

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Maxixe auxilia na regulação da glicose e fortalece a imunidade

Maxixe regula a glicose e fortalece a imunidade, favorece saciedade; alimento típico do Norte e Nordeste, rico em vitamina C e fibras

Photo
0:00
Carregando...
0:00
  • O maxixe, Cucumis anguria, é originário da África, foi introduzido no Brasil e é comum nas regiões Norte e Nordeste, sendo usado em pratos como a maxixada.
  • É rico em vitamina C, fibras e minerais como cálcio e magnésio, o que ajuda a imunidade, a digestão e a saúde óssea.
  • Possui alto teor de água (cerca de 95%), contribuindo para a saciedade, hidratação e controle de peso, além de ter propriedades diuréticas.
  • Pode colaborar na prevenção de doenças crônicas como hipertensão e diabetes, estimula a absorção de ferro pela vitamina C e oferece vitamina A para a visão.
  • Cuidados: lavar bem antes de consumir; há variedades como reino/peruano, paulista e Pará; não é indicado para bebês com menos de seis meses e quem tem diverticulite deve evitar.

O maxixe é alvo de atenção por suas possíveis funções na regulação da glicose e no fortalecimento da imunidade. Segundo especialistas, o alimento possui sabor levemente amargo e textura crocante, típico do Norte e Nordeste.

Originário da África, o maxixe foi introduzido no Brasil pelos escravos. Pertence à família das cucurbitáceas, a mesma do pepino e da melancia, e se adaptou bem ao clima tropical brasileiro.

Cucumis anguria é o nome científico da hortaliça, cultivada com frequência nas regiões Norte e Nordeste. Seu uso na culinária é variado, destacando-se pela riqueza de vitaminas, minerais e fibras.

É ingrediente importante na culinária regional, especialmente na maxixada, prato que costuma combinar carne (sol, boi, frango ou peixe) com legumes como cenoura e batata-doce.

O maxixe carrega um legado cultural relevante, presente em comunidades afro-brasileiras e em áreas de maior influência africana, além de surgir em pratos típicos locais.

É um fruto ovalado, com casca verde e espinhos moles, que oferece sabor suave a amargo e textura crocante. Pode ser consumido cru, cozido ou em conserva.

Segundo estudos, o maxixe pode contribuir para a prevenção de doenças crônicas como hipertensão e diabetes, por meio de seus nutrientes.

A hortaliça destaca-se pela vitamina C, antioxidante que fortalece o sistema imune, além de fibras que promovem a saúde digestiva e a saciedade.

Minerais como cálcio e magnésio ajudam na saúde óssea e na prevenção da osteoporose. Em relação ao diabetes, o consumo pode melhorar a sensibilidade à insulina.

Com alto teor de água — cerca de 95% — o maxixe é uma opção de baixa caloria, útil para quem busca emagrecimento ou manutenção de peso.

A vitamina C também favorece a absorção de ferro, contribuindo para a prevenção da anemia, enquanto a vitamina A apoia a visão saudável e a prevenção de doenças oculares.

Cuidados práticos indicados incluem lavar bem o maxixe antes do consumo para remover resíduos de pesticidas. Produtos orgânicos são recomendados para reduzir exposição a químicos.

Há variações do maxixe, como o do reino (peruano), o paulista e o do Pará, diferenciadas principalmente pela casca — lisa ou espinhosa.

Não é indicado para bebês com menos de seis meses. Pessoas com diverticulite devem evitar o consumo do alimento.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais