- A B3 passou a integrar a carteira global do Dow Jones Best in Class Index, um dos principais índices de sustentabilidade, entre mais de 3.600 empresas avaliadas.
- A B3 é a única bolsa latino-americana selecionada para o índice em 2026, que reúne 321 companhias globais.
- A entrada reforça o avanço da B3 na agenda ESG e evidencia práticas de gestão alinhadas a padrões internacionais.
- A presença na carteira global também mantém a B3 entre as 13 empresas brasileiras com melhor desempenho em sustentabilidade e, pelo segundo ano, na carteira de Mercados Emergentes do Dow Jones Best Index.
- A executiva Ana Buchaim afirmou que a inclusão amplia a visibilidade internacional e a B3 divulgará, em 2026, o relatório de informações financeiras de sustentabilidade e clima, alinhado às normas IFRS S1 e S2.
A B3, bolsa do Brasil, passou a integrar a carteira global do Dow Jones Best in Class Index, entrando entre as 321 companhias avaliadas para 2026. A seleção ocorreu entre mais de 3.600 empresas analisadas pelo CSA, da S&P Global.
A B3 se torna a única bolsa latino-americana presente no índice, reforçando avanços da companhia na agenda ESG. A entrada destaca o alinhamento a padrões internacionais de sustentabilidade.
De acordo com a empresa, o índice considera critérios ambientais, sociais e de governança, como gestão de riscos, ética, diversidade, transparência e impactos ambientais. A divulgação de resultados sustentáveis reforça essa visão global.
Reconhecimento e posição no mercado
A inclusão coloca a B3 entre as 13 brasileiras com melhor desempenho em sustentabilidade e a mantém, pelo segundo ano, na carteira de Mercados Emergentes do Dow Jones Best Index. Ana Buchaim, executiva da B3, enfatizou a maior visibilidade internacional.
Ela acrescentou que o reconhecimento indica confiança na gestão alinhada a práticas ESG. A B3 também informou que, em 2026, divulgará voluntariamente o relatório de informações financeiras de sustentabilidade e clima, tornando-se pioneira nesse aspecto.
Transparência e padrões internacionais
O relatório será elaborado com alinhamento às normas IFRS S1 e S2. A executiva destacou que a iniciativa facilita a integração da agenda ESG às decisões de investidores. A comunicação reforça o compromisso com critérios de transparência e responsabilidade.
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