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Governo de MG reabre disputa pelo controle da Copasa

Governo de Minas reabre disputa pela Copasa até 3 de junho; preço mínimo é R$ 47,23 por ação e permite alterações e novos investidores

O novo formato autoriza que novos investidores entrem na operação
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  • Governo de Minas Gerais reabriu até 3 de junho de 2026 o prazo para propostas de operações que contem com o controle da Copasa, definindo preço mínimo de R$ 47,23 por ação.
  • A mudança busca ampliar a concorrência após lances iniciais ao redor de R$ 40 por ação, feitos por grupos como Aegea Saneamento e Equatorial Energia.
  • Com a reabertura, quem já participa pode alterar ou retirar propostas, e novos investidores de referência podem entrar na disputa.
  • Na véspera, as ações da Copasa fecharam em R$ 50,75; há 46.737 ações ordinárias do Estado indisponíveis por bloqueios judiciais.
  • O encerramento do bookbuilding e a fixação do preço na B3 ficaram para 11 de junho, com o governo avaliando a possibilidade de venda pulverizada caso não haja investidor âncora.

O governo de Minas Gerais reabriu o prazo para propostas de compra da Copasa, companhia de saneamento mineira. O novo limite é até 3 de junho de 2026, com preço mínimo de 47,23 por ação. A medida visa ampliar a concorrência após lances considerados abaixo do esperado.

A mudança possibilita que investidores de referência que não participaram da fase inicial apresentem novas propostas ou alterem as já protocoladas. Investidores como Aegea Saneamento e Equatorial Energia já haviam participado.

Na véspera, 27 de maio, as ações da Copasa fecharam em 50,75. Com a reabertura, propostas podem ser ajustadas ou retiradas pelas empresas já envolvidas. O governo já havia sinalizado interesse em atrair maior competição.

Preço mínimo e condições

A divulgação do valor de referência oficial passa a orientar as propostas, na tentativa de elevar os valores apresentados na primeira fase. O regulamento também reduziu levemente a quantidade de ações adicionais ofertadas.

Segundo o aviso ao mercado, 46.737 ações ordinárias da Copasa pertencentes ao Estado estão indisponíveis por bloqueios judiciais. A operação segue com o bookbuild para definição de preço.

Risco de venda pulverizada

O governo avalia a possibilidade de venda pulverizada caso a competição seja insuficiente. Sem um investidor âncora, o Estado poderia reduzir sua participação por meio de oferta subsequente, sem transferir o controle para um único grupo.

O encerramento do bookbuilding e a fixação do preço por ação na B3 está previsto para 11 de junho. A operação busca oferecer condições estáveis para a privatização da Copasa.

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