- Lula afirmou que ainda sonha em deixar a Eletrobras uma empresa pública, mas citou entraves como o prazo para comprar e o custo para o governo.
- O presidente criticou a privatização da Eletrobras e também da BR Distribuidora, ambas ocorridas no governo de Jair Bolsonaro.
- Disse que há gestores que desmontam empresas públicas para entregar ao setor privado, citando a Sabesp, privatizada em 2024.
- Sobre a Petrobras, afirmou que Magda Chambriard precisa conduzir a empresa bem, pois é alvo de desgaste de movimentos errados da estatal.
- Reforçou que não pretende interferir na atividade da Petrobras, mantendo a governança e reconhecendo que resultados positivos beneficiam a empresa; resultados ruins recaem sobre o presidente.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta sexta-feira (29) que ainda sonha em tornar a Eletrobras uma empresa estatal. Ele, no entanto, apontou entraves como o prazo para uma possível compra e o custo financeiro para o governo.
Durante uma cerimônia de anúncio de investimentos da Petrobras em Sergipe, Lula criticou a privatização da Eletrobras e também a da BR Distribuidora, ambas ocorridas no governo de Jair Bolsonaro. Ele viu falhas e entreguismos na condução dessas privatizações.
Cenário da Eletrobras e privatizações
O presidente destacou que a privatização foi conduzida de forma contestável, com restrições de tempo para o governo agir e com preços elevados para eventual aquisição.
Lula citou ainda a Sabesp, privatizada em 2024, como exemplo de gestões que desmontam empresas públicas para favorecer modelos de privatização, segundo suas palavras.
Petrobras e liderança corporativa
Em tom de desabafo, ressaltou que não interferirá na atuação da Petrobras, que tem ações listadas na Bolsa de Nova York, desde que a diretoria mantenha a competência. A presidente Magda Chambriard foi citada como peça essencial para conduzir a estatal. custo e impactos para o país devem ser avaliados com cautela.
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