Em Alta Copa do Mundo NotíciasPessoasAcontecimentos internacionaisPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Agência climática dos EUA confirma retorno do El Niño e impactos no Brasil

El Niño retorna com alta probabilidade de ser muito forte, trazendo seca no Norte e temporais no Sul do Brasil, afetando Goiás e Amazonas

Agência climática dos EUA confirma volta do El Niño e alerta para impactos no Brasil
0:00
Carregando...
0:00
  • A agência climática dos Estados Unidos confirmou a volta do El Niño, com probabilidade de mais de sessenta por cento de ser muito forte.
  • No Brasil, o fenômeno pode provocar seca no Norte e tempestades no Sul, com impactos já observados em Goiás.
  • Em Caturaí, a duas regiões de Goiânia, produtores enfrentam longos períodos sem chuva; a safrinha de sorgo é a mais viável, enquanto milho pode ter prejuízo.
  • Amazonas decretou estado de emergência climática por cento e oitenta dias devido aos impactos do El Niño.
  • A intensidade deve se consolidar entre novembro e janeiro, segundo o assessor Lucas Castro, da Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás.

A agência climática dos EUA confirmou o retorno do El Niño, fenômeno que pode ser um dos mais intensos desde 1950. No Brasil, a projeção é de seca no Norte e tempestades no Sul, com impactos variados ao longo do próximo ciclo. A confirmação ocorre após monitoramentos do Pacífico.

Especialistas ressaltam que a intensidade ainda é incerta, mas as projeções indicam mais de 60% de probabilidade de o fenômeno ser muito forte. A confirmação eleva a cautela para agricultores, governos locais e força de proteção civil.

Em Goiás, produtores relatam prejuízos já na última safra pela escassa chuva. A previsão é de agravamento na próxima temporada, com dificuldades para safras de milho e sorgo em áreas de cultivo tradicionais. Região já observa atraso no plantio.

El Niño volta e impactos no Brasil

O El Niño costuma aumentar o risco de temporais e enchentes na Região Sul, além de elevar temperaturas no Centro-Oeste e Sudeste. No Norte e Nordeste, aumenta a chance de seca e quedas na disponibilidade de água.

Casos já distintos aparecem na Amazônia, onde governo decretou estado de emergência climática por 180 dias, ampliando a mobilização de recursos para enfrentamento de impactos. Ações devem seguir enquanto o ciclo do fenômeno é monitorado.

De acordo com especialistas, o fenômeno deve ganhar força entre novembro e janeiro, com variações regionais. Entidades agrícolas acompanham os desdobramentos para ajustar manejo de culturas e oferta de água.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais