- A Copa do Mundo FIFA de 2026 será sediada pelos Estados Unidos, Canadá e México, a maior edição da história, com 48 seleções e 104 partidas.
- O torneio pode quebrar o recorde de emissões de gases-estufa geradas pelos deslocamentos entre as 16 cidades-sede.
- A estimativa precisa de emissões só fica clara após o campeão levantar a taça de ouro maciço.
- Cientistas afirmam que este pode ser o campeonato mundial de futebol mais quente já registrado.
- Kansas City Stadium, no Missouri, recebe os últimos ajustes para os jogos da Copa de 2026.
A Copa do Mundo FIFA de 2026 será disputada pela primeira vez com 48 seleções, em formato expandido, entre Estados Unidos, Canadá e México. A competição terá 104 partidas, distribuídas por 16 cidades-sede. O evento promete ser o maior da história em termos de participação e jogos.
Cientistas indicam que o torneio pode ocorrer em condições climáticas mais quentes do que em любой edição anterior. A avaliação considera cenários de aumento de temperatura média durante o período do evento, com impactos previstos em desempenho, organização e conforto dos torcedores.
A expectativa é de que a soma de deslocamentos de equipes, imprensa e público entre as sedes contribua para um volume significativo de emissões de gases-estufa. O montante exato só deverá ser atualizado ao longo do planejamento e das primeiras avaliações pós-campeonato.
Kansas City Stadium, no Missouri, passa por ajustes para receber as partidas da Copa 2026. A arena integra a lista de estádios que sediarão jogos da fase de grupos e fases eliminatórias, conforme o planejamento local.
A escolha por sedes na América do Norte busca logística compartilhada entre os três países e maior conectividade para fãs internacionais. A organização ainda trabalha para confirmar datas, horários e estruturas de transporte, alimentação e segurança.
Emissões e clima
Cientistas e especialistas destacam que o planejamento precisa considerar impactos ambientais, incluindo deslocamentos entre cidades-sede. As autoridades envolvidas afirmam que dados climáticos e operacionais orientarão decisões de calendário e infraestrutura.
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