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Seis presos pela morte de jovem em salto de rope jump sem corda

Seis detidos em Limeira por morte de jovem durante rope jump na Ponte do Esqueleto; prefeitura processará o governo federal por omissão na fiscalização

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  • Seis pessoas foram detidas em Limeira, no interior de São Paulo, após a morte de uma jovem de 21 anos durante atividade de rope jump na Ponte do Esqueleto.
  • O Samu atestou parada cardiorrespiratória e o corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal.
  • A prefeitura informou, com base em a Polícia Militar, que a corda não foi amarrada à jovem antes do salto.
  • A prefeitura afirmou que vai processar o governo federal por omissão na fiscalização, manutenção e controle de acesso à ponte, considerada de responsabilidade federal.
  • Medidas administrativas foram cobradas desde o início de 2025; o prefeito Murilo Félix afirmou que há riscos conhecidos e que não houve providência concreta.

O caso ocorreu em Limeira, interior de São Paulo, durante uma atividade de rope jump realizada por uma empresa privada na Ponte do Esqueleto. Um jovem de 21 anos morreu após o salto, segundo relatos da Prefeitura. O incidente ocorreu no sábado, 13 de junho de 2026. A Polícia Militar prendeu seis pessoas ligadas à organização da atividade.

Conforme a prefeitura, a morte aconteceu pelo que qualificam como falha no aparato de segurança, já que a corda não teria sido amarrada na jovem antes do salto. O Samu foi acionado e constatou parada cardiorrespiratória no local. O corpo foi encaminhado ao IML para autópsia.

A Secretaria Municipal informou que a Polícia Civil vai apurar o caso. A prefeitura diz que apoiará as investigações e se solidariza com familiares e amigos da vítima.

LIMEIRA VAI PROCESSAR O GOVERNO FEDERAL

A prefeitura anunciou que ingressará com ação contra o governo federal por omissão em relação à Ponte do Esqueleto. A administração estadual afirma que a fiscalização, manutenção e controle de acesso na ponte são de responsabilidade federal. Medidas administrativas foram cobradas desde o início de 2025, sem mudanças.

Segundo o município, campanhas de cobrança e ofícios foram enviados à pasta responsável, sem resposta satisfatória. O prefeito Murilo Félix (Podemos) destacou a necessidade de apurar responsabilidades pela falta de controle de acesso a uma área federal com riscos conhecidos.

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