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Presidente da ABRJ afirma que não foi acidente; era previsível

Presidente da Rope Jump afirma negligência de empresa clandestina em Limeira; não foi acidente, falhas de protocolos expõem riscos.

mulher corda rope jump
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  • Maria Eduarda de Freitas, 21 anos, morreu após ser arremessada de uma ponte durante prática de rope jump em Limeira, interior de São Paulo.
  • A Polícia Civil investiga os responsáveis; três suspeitos foram presos e a operação era de uma empresa que funcionava de forma clandestina.
  • Imagens mostram que a queda ocorreu a partir de uma altura de aproximadamente quarenta metros.
  • Marco Jota, presidente da Rope Jump Brasil, classificou o erro como grotesco por não haver checagens de protocolos nem preparo da equipe para emergências (Programa de Atendimento a Emergências).
  • Jota afirmou que a atividade explorava barreiras de segurança de forma inadequada e que a morte foi causada pela negligência da empresa clandestina.

A Polícia Civil investiga a morte de Maria Eduarda de Freitas, 21 anos, ocorrida em Limeira, interior de São Paulo, durante prática de rope jump sem os equipamentos de proteção adequados. Três suspeitos foram presos e a investigação aponta que a empresa responsável atuava de forma clandestina. A jovem foi arremessada de uma ponte, em uma queda estimada em 40 metros.

Segundo informações apuradas, a atividade era promovida por um grupo de amigos que comercializava o esporte, sem seguir regulamentos ou protocolos de segurança. A prática ocorreu em local de fácil acesso, com pouca supervisão profissional.

O presidente da Associação Brasileira de Rope Jump, Marco Jota, afirmou que o manejo do local apresentava falhas graves de organização. Ele ressaltou que não houve checagem de protocolos e que a operação não possuía um Planejamento de Atendimento a Emergências, nem funções bem definidas para os ocupantes.

Detalhes da investigação e contexto operacional

A investigação indica que a área funcionava sem autorização e sem estrutura regular de fiscalização. Jota destacou que a ausência de um PAe compromete a resposta em emergências, aumentando o risco para os praticantes. A Polícia Civil continua levantando informações para entender a cadeia de responsabilidades.

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