- Robôs de entrega autônomos estão se tornando comuns em várias cidades, incluindo nos EUA, Reino Unido, Japão, Coreia do Sul e Alemanha, para transportar groceries e fast food.
- Em Chicago, um morador começou a questionar a convivência com os veículos, defendendo suspensão e testes de segurança em toda a cidade.
- San Francisco limitou o acesso aos robôs em áreas menos movimentadas; Toronto proíbe o uso de calçadas desde 2021; Chicago já baniu os robôs em duas pequenas áreas.
- A oposição aponta riscos como colisões, travamentos de tráfego e obstrução a emergências, com relatos de incidentes envolvendo as máquinas.
- A perspectiva de expansão é alta: estudo aponta que, até 2034, podem haver cerca de 2,1 milhões de robôs em operação no mundo.
Os robôs de entrega autônomos, que caminham pelos calçadões para levar compras e fast food, estão ganhando espaço em várias cidades; em Chicago, eles já foram alvo de debate acalorado entre moradores e autoridades.
Moradores relatam que os veículos, equipados com câmeras e sensores, ocupam o espaço de pedestres e forçam pessoas a se desviarem. Em Chicago, as máquinas foram proibidas em duas áreas do sul da cidade.
Os operadores defendem que os robôs ajudam a reduzir trânsito e emissões, além de aumentar a eficiência. Contudo, críticas apontam riscos de colisões e bloqueios de vias de emergência, com relatos de uso indevido em cruzamentos.
Na cidade de Chicago, a cobrança é por testes de segurança mais rigorosos e regras claras de operação, antes de expandir o uso. Um coletivo de pedestres lançou uma campanha para suspender a circulação até aprovação de normas.
Profissionais e analistas apontam que o setor pode crescer rapidamente. Uma projeção indica que até 2034 existam cerca de 2,1 milhões de robôs de entrega ativos ao redor do mundo.
Regulamentação ao redor do globo evolui de forma desigual. Em San Francisco, houve restrições de acesso; Toronto vetou o uso em calçadas desde 2021, enquanto Chicago impõe limitações locais.
Em Chicago, a mobilização pública já acumula assinaturas em uma petição que solicita suspensão até que haja testes de segurança abrangentes e regras de uso definidas.
O debate envolve pedestres, empresas de entrega e autoridades locais. O objetivo é equilibrar inovação com segurança de quem está nas vias, especialmente em áreas com fluxo intenso de pessoas.
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