- As ações da Intel subiam cerca de 6,5% no pré-mercado após o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmar que a Apple concordou em trabalhar com a Intel para desenvolver e produzir chips nos Estados Unidos.
- A declaração foi publicada por Trump na Truth Social e reforçaria a estratégia da Apple de diversificar sua cadeia de fornecimento de chips, hoje centrada na fabricante taiwanesa TSMC.
- Segundo o Wall Street Journal, Apple e Intel teriam chegado a um acordo preliminar após mais de um ano de negociações; nenhuma das empresas comentou oficialmente as declarações.
- Para a Intel, a possível parceria representaria uma vitória estratégica, assegurando demanda de uma gigante tecnológica e fortalecendo sua divisão de fabricação, que perdeu espaço para a TSMC nos últimos anos.
- O governo dos Estados Unidos tem feito movimentos de apoio ao setor, incluindo participação de 10% na Intel e investimentos de cerca de US$ 10 bilhões para ampliar a capacidade produtiva no país.
Ações da Intel sobem após Trump dizer que Apple produzirá chips nos EUA. Trump afirmou, via Truth Social, que a Apple concordou em trabalhar com a Intel para desenvolver e fabricar chips no território americano. A notícia acionou o movimento de pré-mercado, com a Intel valorizando cerca de 6,5%.
Segundo o Wall Street Journal, Apple e Intel teriam chegado a um acordo preliminar para a produção de alguns chips após mais de um ano de negociações. Até o momento, não houve resposta oficial das empresas sobre as declarações feitas pelo presidente.
Para a Intel, a possível parceria representaria uma vitória estratégica, ampliando a demanda para a divisão de fabricação de semicondutores e fortalecendo a posição frente à liderança da TSMC. A fabricante anunciou recentemente a entrada em produção inicial da tecnologia 18A.
Contexto estratégico e apoio público
A iniciativa se alinha à política industrial da administração Trump, que busca fortalecer a produção doméstica de semicondutores. No ano passado, o governo norte-americano virou acionista de 10% da Intel e anunciou investimentos de cerca de US$ 10 bilhões para ampliar a capacidade produtiva no país.
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