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Governo chinês emite alerta sobre espionagem em anúncios online

Alerta do governo chinês aponta anúncios pop-up usados por agências estrangeiras para espionagem de cidadãos, com foco na infiltração ideológica

Além da coleta de dados e a vigilância nos aparelhos, outra preocupação do Ministério da Segurança do Estado da China é com as "atividades de infiltração ideológica"
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  • O Ministério da Segurança do Estado da China emitiu, em 21 de junho de 2026, um alerta sobre espionagem por meio de anúncios pop-up em sites para spyar cidadãos chineses.
  • Agências de espionagem estrangeiras, segundo o governo, atuam com empresas de publicidade para criar plataformas de vigilância que extraem dados das redes sociais.
  • Foi determinado que operadoras de plataformas online interrompam imediatamente a prestação de serviços de publicidade e promoção para links estrangeiros não identificados.
  • Além da coleta de dados, há preocupação com infiltração ideológica, com anúncios que levam a sites anti-China ou materiais difamatórios ao governo chinês.
  • O governo informou que vai estabelecer diretrizes para as vitrines de publicidade, com identificação da publicidade, placas de “publicidade” e opção de fechar o anúncio com um clique.

O Ministério da Segurança do Estado da China emitiu neste domingo, 21 de junho de 2026, um alerta sobre espionagem. Agências estrangeiras estariam usando anúncios pop-up em sites para espionar cidadãos chineses. A prática envolve computadores e celulares que acessam a internet, com propagandas surgindo de forma abrupta.

Segundo o governo, as agências de espionagem atuam em conjunto com empresas de publicidade para criar plataformas de vigilância. O objetivo seria extrair dados das redes sociais dos chineses, prejudicando a segurança doméstica. Operadoras de plataformas online receberam ordem de interromper serviços de publicidade para links estrangeiros não identificados.

Além da coleta de dados e da vigilância, o Ministério aponta atividades de infiltração ideológica. Os anúncios supostamente direcionam usuários a sites com propaganda anti-China ou conteúdos difamatórios ao governo chinês, gerando risco à estabilidade do Estado.

O documento demonstra que alguns anúncios ficam posicionados de modo fácil de clicar ou apresentam o botão de fechar em local enganoso, o que aumenta a chance de acesso involuntário. Tais características pioram a exposição a conteúdos nocivos à perspectiva oficial.

Para mitigar o risco, o Ministério informou que será feito um conjunto de diretrizes para plataformas online. As normas preverão identificação clara das informações publicitárias, sinalização com placas de publicidade e de fechar, e fechamento com um único clique.

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