- O Ministério da Justiça investiga a CazéTV por possível publicidade abusiva de casas de apostas durante transmissões da Copa do Mundo de 2026 pelo YouTube.
- A investigação envolve a apresentação de apostas de quota fixa durante as partidas, tema já alvo de controvérsia anterior envolvendo Romário e Fernanda Gentil.
- A deputada Erika Hilton (PSOL-SP) moveu a ação, que aponta possível publicidade enganosa ou abusiva e necessidade de aprofundar a análise com base nas normas de proteção ao consumidor.
- A CazéTV afirma seguir as regras vigentes, as diretrizes do Conar e trabalhar apenas com operadoras regularizadas pelo Ministério da Fazenda.
- O canal detém a exclusividade de exibir os 104 jogos da Copa de 2026, o que intensifica o escrutínio sobre as práticas publicitárias durante as transmissões.
A CazéTV está no centro de uma investigação do Ministério da Justiça e Segurança Pública sobre a reportagem de apostas esportivas durante a transmissão de jogos da Copa 2026. O foco é a exposição de anúncios de quota fixa durante as partidas exibidas no canal do YouTube. A ação envolve avaliação de possíveis infrações à defesa do consumidor.
A apuração envolve a forma como as apostas foram anunciadas nas transmissões, com a polêmica envolvendo o uso de conteúdos publicitários em meio à exibição de jogos. O caso ganhou repercussão após críticas a determinadas práticas de publicidade associadas às apostas.
A ação é movida por Erika Hilton, deputada federal pelo PSOL, que questiona eventual publicidade enganosa ou abusiva. O Ministério aponta vetores de violação às normas legais e a necessidade de aprofundar a análise de tais práticas.
Contexto da investigação
A CazéTV afirma seguir as regras vigentes, bem como diretrizes do Conar e boas práticas do setor. A emissora diz trabalhar apenas com operadoras regularizadas pelo Ministério da Fazenda e sustenta que atua dentro da legalidade.
Defesa da emissora e próximos passos
O Ministério da Justiça não discorre sobre prazos ou desfechos, mas aponta a possibilidade de novas diligências para esclarecer as práticas publicitárias. O caso envolve, ainda, a relação entre conteúdo de entretenimento e promoção de apostas durante eventos esportivos.
Entre na conversa da comunidade