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Roberto Cabrini entra na Venezuela em missão após terremotos

Roberto Cabrini cruza a fronteira venezuelana para cobrir áreas atingidas pelos terremotos, após seis horas de interrogatórios e cerca de oitocentos quilômetros até San Cristóbal

Roberto Cabrini cruza fronteira em missão na Venezuela após terremotos
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  • O jornalista Roberto Cabrini cruzou a fronteira venezuelana em missão após os terremotos.
  • A viagem começou em São Paulo, passou por Bogotá e Cúcuta, na fronteira norte da Colômbia com a Venezuela.
  • No ponto de passagem, o ingresso na Venezuela levou mais de seis horas de interrogatórios.
  • Em território venezuelano, a travessia seguiu de madrugada até San Cristóbal, primeira cidade após a fronteira.
  • Depois de percorrer cerca de oitocentos quilômetros pelo país, a equipe chegou à área mais afetada pelos tremores para registrar os impactos.

Roberto Cabrini cruzou a fronteira venezuelana em missão jornalística após os terremotos que atingiram a região. A operação começou em São Paulo, seguiu para Bogotá e, depois, Cúcuta, na fronteira norte da Colômbia com a Venezuela. A travessia ocorreu em meio a restrições e dificuldades comuns a jornalistas estrangeiros na área.

Ao chegar à fronteira, Cabrini enfrentou interrogatórios que duraram mais de seis horas, num ambiente de restrições ao trabalho de imprensa internacional. A entrada no país ocorreu em meio a um cenário de vigilância intensa e procedimentos oficiais.

Percurso até a região atingida

Após ingressar na Venezuela, a equipe seguiu a madrugada em direção a San Cristóbal, primeira cidade grande após a fronteira. O trajeto foi realizado sob escuridão e ressaltou os contrastes estruturais do país.

Do lado venezuelano, o deslocamento total contabilizou cerca de 800 quilômetros até a área mais afetada. Lá, a equipe continua a registrar os impactos destrutivos dos abalos sísmicos e os desdobramentos da tragédia.

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