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Mulher é estuprada por eletricista após acionar Copel por falta de luz no Paraná

Eletricista terceirizado é indiciado por estupro após atendimento em residência; Copel demite funcionário e colabora com investigações.

Polícia optou por borrar trechos do e-mail enviado à delegacia pela vítima, para preservá-la (Foto: Polícia Civil)
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  • Uma mulher foi estuprada por um eletricista terceirizado da Companhia Paranaense de Energia (Copel) em sua casa em Ponta Grossa, Paraná.
  • O crime ocorreu em 30 de maio, após a vítima solicitar atendimento por falta de luz.
  • O suspeito, de 33 anos, foi indiciado pela Polícia Civil e a investigação está em andamento.
  • A Copel desligou o funcionário acusado e colaborou com as autoridades.
  • O caso foi encaminhado ao Ministério Público para avaliação de denúncia, e a pena prevista para o crime é de até 10 anos de prisão.

Uma mulher de 18 anos foi estuprada por um eletricista terceirizado da Companhia Paranaense de Energia (Copel) em sua residência em Ponta Grossa, Paraná. O crime ocorreu no dia 30 de maio após a vítima solicitar atendimento devido à falta de luz em sua casa. O suspeito, de 33 anos, foi indiciado pela Polícia Civil.

A delegada Cláudia Krüger informou que dois prestadores de serviço foram até a residência da vítima. Após o crime, a mulher decidiu denunciar o caso por e-mail, formalizando a queixa na delegacia em 9 de junho. A investigação revelou que testemunhas corroboraram a versão da vítima, e tanto a Copel quanto a empresa terceirizada colaboraram com as apurações.

Em resposta à denúncia, a Copel desligou o funcionário acusado e se colocou à disposição das autoridades. A empresa afirmou que, assim que recebeu a denúncia, procurou a Delegacia da Mulher para colaborar nas investigações. O caso foi encaminhado ao Ministério Público, que avaliará a formalização da denúncia criminal.

O Código Penal prevê pena de até 10 anos de prisão para o crime de estupro. A delegada esclareceu que o suspeito não foi preso em flagrante, mas a possibilidade de solicitar prisão preventiva ou temporária não está descartada. O nome do suspeito e da empresa não foram divulgados, em respeito ao sigilo de casos envolvendo crimes sexuais.

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