- O Ministério da Saúde realizou, em 2025, oficinas do Programa Nacional de Vigilância dos Riscos Associados a Desastres (Vigidesastres) em seis estados: Roraima, Rio Grande do Norte, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro e Amapá.
- As oficinas tiveram avaliações multirriscos, planos de contingência e matrizes de responsabilidade, adaptados às realidades locais.
- Participaram gestores e profissionais das secretarias estaduais de saúde, com formação teórica e prática para aprimorar vigilância, mitigação e resposta.
- Segundo a coordenadora-geral de Preparação para as Emergências em Saúde Pública do Ministério da Saúde, Taynná Vernalha Rocha, o processo fortalece a cultura de reconhecer desastres como emergências em saúde pública e qualifica profissionais.
- Os estados desenvolveram indicadores integrados para monitoramento de riscos e impactos, ampliando a integração entre áreas técnicas e setores governamentais para antever cenários críticos.
O Ministério da Saúde promoveu, ao longo de 2025, oficinas do Programa Vigidesastres para fortalecer o SUS diante de desastres. Os encontros ocorreram em seis estados: Roraima, Rio Grande do Norte, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro e Amapá.
As atividades envolveram equipes de vigilância em saúde, com foco em avaliações multirriscos, planos de contingência e indicadores de monitoramento. A iniciativa busca ampliar a capacidade de resposta a emergências sanitárias, naturais ou tecnológicas.
Os conteúdos ocorreram em formato teórico-prático, com ações adaptadas às realidades locais. Ao fim das oficinas, cada estado elaborou matrizes de responsabilidade e estratégias de vigilância integradas para o território.
As ações visam promover maior integração entre áreas técnicas e setores governamentais. O objetivo é consolidar uma rede de vigilância mais sólida, capaz de antever cenários de crise e reduzir impactos à saúde da população.
Participação e impactos
Gestores e profissionais das secretarias estaduais de saúde participaram de capacitações que resultaram em planos de contingência e indicadores comuns. Os instrutores avaliaram os resultados como avanços relevantes para a gestão de desastres.
A coordenação geral do programa destaca que as oficinas fortalecem a cultura de reconhecer desastres como emergências em saúde pública. O treinamento qualifica equipes e aprimora a proteção da população em situação de risco.
Entre os ganhos estão a definição de indicadores integrados de monitoramento e a ampliação da integração entre setores. Assim, a rede de vigilância passa a atuar de forma mais coesa diante de cenários críticos.
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