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Prioridade reforça compromisso do SUS com equidade de gênero e saúde de mulheres

MS lança Agenda Nacional Prioritária para HIV, Aids, tuberculose, hepatites e ISTs em mulheres vulnerabilizadas, com foco intersetorial até 2030

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  • O Ministério da Saúde lançou, no início de dezembro, a Agenda Nacional Prioritária para enfrentar HIV, Aids, tuberculose, hepatites virais, HTLV, sífilis e outras infecções sexualmente transmissíveis em mulheres vulnerabilizadas.
  • A agenda orienta ações prioritárias até 2030, com foco na garantia de direitos humanos e na eliminação dessas infecções como problemas de saúde pública.
  • A proposta reforça os princípios do SUS — universalidade, equidade e integralidade — e utiliza abordagem interseccional para entender as vulnerabilidades por gênero, raça, classe e território.
  • A construção contou com participação de gestores municipais e estaduais, profissionais de saúde, sociedade civil e redes de mulheres, entre outros atores.
  • As ações devem promover políticas públicas integradas entre saúde, assistência social, educação, justiça e direitos humanos, adaptadas ao contexto local.

O Ministério da Saúde lançou, no início de dezembro, a Agenda Nacional Prioritária para enfrentamento a HIV, Aids, tuberculose, hepatites virais, HTLV, sífilis e outras ISTs em mulheres vulnerabilizadas. O documento orienta ações até 2030, com atuação intersetorial e participação social.

A Agenda prioriza direitos humanos e busca eliminar infecções como problemas de saúde pública até 2030. A proposta reforça que o SUS protege universalidade, equidade e integralidade da atenção, levando em conta determinantes sociais e de gênero.

A construção ocorreu com colaboração de gestores, profissionais da saúde, sociedade civil e redes de mulheres. O objetivo é orientar ações integradas entre saúde, assistência social, educação, justiça e direitos humanos, conforme contextos locais.

Abordagem interseccional

A agenda adota visão interseccional para compreender como identidades distintas agravam vulnerabilidades, limitando acesso a serviços. Segundo a coordenadora-geral de Vigilância de ISTs, a participação de movimentos sociais foi essencial.

Implementação local

O documento orienta secretarias estaduais, distrital e municipais de saúde a criar estratégias alinhadas ao cenário epidemiológico e social de cada território, com foco na prevenção, diagnóstico e tratamento adequados.

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