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Oficina em Porto Alegre avança na linha de cuidado das hepatites virais no RS

Oficina em Porto Alegre define pactuação da linha de cuidado das hepatites virais entre atenção primária, serviços especializados e vigilância

Encontro reuniu gestores, profissionais de saúde e sociedade civil para discutir fluxos e estratégias que ampliarão o diagnóstico, a prevenção, o tratamento e o acompanhamento das hepatites virais no estado
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  • Em Porto Alegre (RS), encerrou nesta quarta-feira a oficina para construir a linha de cuidado das hepatites virais no Rio Grande do Sul, com gestores, profissionais de saúde e representantes da sociedade civil.
  • O objetivo é ampliar a organização de fluxos e estratégias de atenção às hepatites virais no estado e pactuar responsabilidades entre atenção primária, serviços especializados e vigilância.
  • As oficinas, promovidas pelo Ministério da Saúde, integram ações de eliminação das hepatites virais até 2030, alinhadas à meta da Organização Mundial da Saúde e ao programa Brasil Saudável.
  • Entre 2019 e 2024, o Rio Grande do Sul registrou queda de cinquenta e um vírgula oito por cento nos óbitos por hepatite C e redução de trinta por cento nos casos da infecção.
  • Nos três dias de atividades, grupos temáticos trataram de gestão, prevenção, diagnóstico, tratamento e vigilância, preparando planos locais de ação para a linha de cuidado.

Em Porto Alegre, RS, nesta quarta-feira (10), encerrou-se a oficina de construção da linha de cuidado das hepatites virais. O objetivo foi pactuar responsabilidades entre atenção primária, serviços especializados e vigilância, definindo fluxos de atendimento e próximos passos locais.

Participaram gestores, profissionais de saúde e representantes da sociedade civil, com apoio do Ministério da Saúde e das coordenações estaduais e municipais de hepatites virais. As diretrizes seguem o Guia de Eliminação das Hepatites Virais e o programa Brasil Saudável.

A iniciativa integra série iniciada em 2024, com oficinas em diversos estados para fortalecer estratégias de eliminação até 2030, em linha com metas da OMS. A metodologia prioriza construção coletiva e ações intersetoriais com participação de entes de várias esferas.

Avanços no Rio Grande do Sul

Entre 2019 e 2024, o RS registrou progressos no enfrentamento às hepatites virais: queda de 51,8% nos óbitos por hepatite C e redução de 30% nos casos da infecção, segundo o Boletim Epidemiológico das Hepatites Virais 2025.

O SUS oferece exames, incluindo testes rápidos, tratamento e ações de busca ativa em populações vulneráveis, como pessoas privadas de liberdade e usuários de álcool e drogas. Vacinas contra hepatites A e B estão disponíveis nas unidades de atenção primária.

A hepatite C, que não possui vacina, tem tratamento com taxa de cura superior a 95% pelo SUS, reforçando a importância de acesso e continuidade do cuidado. As ações também contemplam vigilância, vigilância laboratorial e notificações compulsórias.

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