Em Alta NotíciasConflitoseconomiaFutebolrelações internacionais

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

A vida longa de Craig revela lições para a conservação de elefantes

Craig, o elefante de Amboseli, morre aos 54 anos por causas naturais, destacando avanços da conservação e os desafios contínuos de habitat e recursos

Telinha
Por Revisado por: Time de Jornalismo Portal Tela
Photo
0:00
Carregando...
0:00
  • Craig, elefante-anuente famoso por tuscas gigantes, morreu aos 54 anos de causas naturais em Amboseli, no Quênia.
  • A morte, atribuída a velhice, é vista como indicativo de envelhecimento em meio a décadas de pressão de caçadores, perda de habitat e conflitos por recursos.
  • Craig tornou-se símbolo de conservação, sendo um dos maiores “super tusker” já registrados e ajudando a chamar atenção para proteção da espécie.
  • A população global de elefantes caiu drasticamente entre 1979 e 1989, passando de cerca de 1,3 milhão para aproximadamente 600 mil; hoje a estimativa fica entre 400 mil e 415 mil.
  • No Quênia, a população de elefantes chegou a 42.072 em 2025, frente a 36.280 em 2021, mas o avanço enfrenta conflitos com agricultura, estradas e expansão urbana, mesmo com melhorias na fiscalização e proteção.

Craig, o elefante-anuente famoso por seus longos tuscos, morreu aos 54 anos de causas naturais. O animal foi registrado em Amboseli, no Quênia, na petulante presença de guardas e equipes de conservação. Na noite anterior, sinais de mal-estar foram observados; as horas finais indicaram velhice, não violência.

Conservacionistas e autoridades silvestres confirmaram o óbito, destacando que Craig estava sob monitoramento. O animal era considerado símbolo de proteção e convivência pacífica com visitantes. Além dos tuscos, ele marcou décadas de esforço para manter habitats protegidos.

Contexto de conservação e números da espécie

O caso de Craig ganha relevância em meio a uma tendência global de recuperação lenta das populações de elefantes. O estoque mundial caiu de cerca de 1,3 milhão em 1979 para cerca de 600 mil em 1989, com recuperação gradual em várias regiões.

No Quênia, o censo de 2025 indica 42.072 elefantes, frente a 36.280 em 2021. Embora a presença de Craig tenha ajudado a promover a conservação, o cenário inclui zonas de ocorrência de conflitos com agricultura, infraestruturas e expansão urbana em áreas de extensão do parque.

A pressão por recursos, a perda de habitat e o tráfico foram combatidos com reforço de fiscalização e políticas de proteção. A demanda por marfim diminuiu nos anos recentes, e a proteção de grandes exemplares continua entre as prioridades de conservação no continente. Craig deixa um legado de perseverança na proteção de espécies.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais