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Principais eventos astronômicos de 2026: chuvas, eclipses e conjunções mensais

Calendário de 2026 destaca oposição de Júpiter em janeiro, alinhamento de seis planetas em fevereiro, eclipse lunar em março e chuva de meteoros em abril

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Por Revisado por: Time de Jornalismo Portal Tela
Fotografia de uma homem olhando para o céu noturno e observando as estrelas.
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  • 10 de janeiro: Júpiter em oposição, brilhando ao máximo e visível a olho nu na constelação de Gêmeos.
  • 28 de fevereiro: alinhamento de seis planetas (Júpiter, Urano, Saturno, Netuno, Vênus e Mercúrio) logo após o pôr do sol; Urano e Netuno podem exigir luneta ou telescópio.
  • 3 de março: eclipse lunar total, com visibilidade parcial a oeste para a porção norte do Brasil, por volta das quatro da manhã.
  • 12 de agosto: grande alinhamento de planetas no dia; à noite acontece a chuva de meteoros Perseidas em Perseu, com até cerca de noventa meteoros por hora e lua nova para melhor observação; eclipse solar total ocorre à tarde em países do Norte.
  • 14 de dezembro: pico da chuva de meteoros Gemínidas, uma das mais intensas do ano, visível no Hemisfério Sul com céu mais escuro.

O ano de 2026 reserva diversos espetáculos no céu, desde chuvas de meteoros até eclipses e conjunções entre planetas. Cada mês traz um evento relevante para observação, com destaques dependendo do brilho, da posição dos astros e das condições climáticas. Prepare o olho ativo e foque em locais com pouca iluminação.

Para acompanhar, utilize aplicativos gratuitos de mapas celestes e ajuste o telescópio ou binóculos. Facilidade de visualização varia conforme latitude e horário local, então confirme horários locais próximos à data.

Janeiro

No dia 10, Júpiter atinge oposição, brilhando ao máximo no céu. Do ponto de vista terrestre, fica oposto ao Sol, facilitando a observação a olho nu na constelação de Gêmeos.

Fevereiro

Em 28, ocorre um alinhamento de seis planetas — Júpiter, Urano, Saturno, Netuno, Vênus e Mercúrio — visível logo após o pôr do Sol. Urano e Netuno podem exigir luneta ou telescópio para observação.

Março

Em 03, eclipse lunar total é visto por parte do planeta, com início de visibilidade no pôr de Sol para regiões do Norte do Brasil, onde aparece a sombra da Terra na Lua.

Abril

Na madrugada de 22, a chuva de meteoros Lirídas ocorre com maior intensidade no Hemisfério Norte. No Brasil, apenas alguns meteoros podem ser observados, entre Lira e Hércules, com céu limpo favorecendo a visualização.

Maio

Em 06, as Eta Aquáridas atingem o auge, com cerca de 50 meteoros por hora no Hemisfério Sul. Observação ideal em locais escuros, mirando Aquário; a Lua cheia do mês apresenta menor diâmetro aparente.

Junho

Em 09, Júpiter e Vênus podem ser vistos próximos, em conjunção na constelação de Gêmeos. A separação estimada é de cerca de 1,5 grau, visível a olho nu.

Julho

No dia 11, a Lua crescente se aproxima de Marte e do aglomerado das Plêiades, oferecendo visão agradável a olho nu com possível uso de luneta para detalhes.

Agosto

O dia 12 terá grande alinhamento entre Júpiter, Mercúrio, Marte, Urano, Saturno e Netuno, com Urano e Netuno exigindo instrumentos. À noite, ocorre chuva de meteoros Perseidas em Perseu, sob lua nova.

Setembre

No dia 22, Vênus chega ao brilho máximo logo após o pôr do Sol, no sudoeste entre Virgem e Libra. O brilho intenso pode confundir com aeronaves ou objetos no céu.

Outubro

Em 04, Saturno entra em oposição, visível durante a noite inteira na constelação de Cetus, a olho nu; uso de equipamentos aumenta o detalhamento das fases dos anéis.

Novembro

No dia 16, Marte e Júpiter aparecem próximos no céu, na constelação de Leão, com brilho dourado de Júpiter contrastando com o tom avermelhado de Marte.

Dezembro

Encerrando o ano, a Gemínidas atinge pico em 14 de dezembro. A taxa de meteoros pode chegar a 120 por hora no Hemisfério Norte; no Sul, o espetáculo ainda é visível, especialmente com lua crescente e céu mais escuro.

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