- Três filhotes de condor-andino nasceram em um programa de incubação artificial próximo a Bogotá, Colômbia, desde julho de dois mil e vinte e quatro, com nascimentos adicionais em setembro de dois mil e vinte e cinco e outubro de dois mil e vinte e cinco.
- Os filhotes foram batizados como Rafiki, Wayra e Ámbar, considerados pela organização responsável como a salvação da espécie.
- O programa é mantido pela Fundação Parque Jaime Duque, ONG colombiana de conservação que atua desde dois mil e quinze para reduzir o declínio da população.
- Nacional e globalmente, o condor-andino é classificado como vulnerável pela Lista Vermelha da IUCN, com cerca de seis mil e setecentos indivíduos maduros no total; na Colômbia e no Equador a espécie é criticamente ameaçada, com menos de cento e cinquenta exemplares em vida livre.
- Em Cerrito, o manejo dos filhotes evita contato direto, usando bonecos em formato de condor durante a alimentação; a região, que já teve conflitos com pecuaristas, passou a atrair visitantes e gerar renda para a conservação.
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Três filhotes de condor andino nasceram num programa de incubação artificial próximo a Bogotá, na Colômbia. A iniciativa é coordenada pela Jaime Duque Park Foundation, organização que atua desde 2015 para conter a queda da espécie. A reprodução assistida busca oferecer uma nova vida aos animais, ainda sob ameaça de extinção.
Os filhotes receberam os nomes Rafiki, Wayra e Ámbar. Rafiki e Wayra nasceram em julho de 2024 e setembro de 2025, respectivamente, enquanto Ámbar veio ao mundo em outubro de 2025. Os responsáveis pela conservação afirmam que esses indivíduos representam uma possível esperança para a espécie.
A expectativa é que Rafiki e Wayra sejam soltos ainda neste ano em Cerrito, município de alta altitude no nordeste colombiano, onde parte da população de condor permanece. A ação integra um conjunto de estratégias para aumentar as chances de sobrevivência após o retorno ao ambiente natural.
Conservação no Cerrito
Para ampliar as chances de sobrevivência, as equipes evitam contato direto nos primeiros dias de vida das aves. Técnicas como o uso de fantoches em formato de condor são empregadas durante a alimentação, ajudando a manter os animais cautelosos com pessoas.
A implantação do programa na região começou em 2018, com objetivo de reduzir conflitos com produtores rurais. Registros de armadilhas fotográficas indicam que predadores naturais, como raposas e onças, causaram mais danos a rebanhos do que os condors, contribuindo para a mudança de percepção da população local.
A região de Cerrito tornou-se destino de observação de condores e recebe quase 1.000 visitantes por ano. A mudança de imagem da ave estimulou a economia local e fortaleceu as ações de conservação, segundo os responsáveis pela iniciativa.
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