- O gráfico Climate stripes, criado pelo professor Ed Hawkins da University of Reading, foi atualizado para incluir o ano de 2025, o terceiro mais quente já registrado.
- Os últimos onze anos estão entre os mais quentes da série, e 2026 deve continuar essa tendência devido à concentração de gases de efeito estufa na atmosfera.
- 2024 foi o ano mais quente já registrado e o primeiro a ultrapassar o patamar de 1,5 grau Celsius de aquecimento em relação à era pré‑industrial.
- O diagrama mostra as variações da temperatura média anual global desde 1850, com listras vermelhas para anos mais quentes e azuis para anos mais frios que a média de 1961‑2010; a atualização ocorreu após dados de Copernicus, Met Office e WMO.
- Foi adicionada uma listra vermelha ainda mais escura para representar 2025.
A graphics do pesquisador da Universidade de Reading foi atualizada para incluir 2025, que já figura como o terceiro ano mais quente já registrado. A ferramenta mostra como as temperaturas globais vêm aumentando ao longo do tempo.
O diagrama foi criado pelo Prof. Ed Hawkins e atualizou-se após a divulgação de dados anuais de temperatura global por órgãos como Copernicus Climate Change Service, Met Office e World Meteorological Organization. A nova faixa adiciona o tom mais escuro para 2025.
A leitura das listras aponta que anos recentes permanecem no topo da curva de aquecimento, com 11 dos últimos 11 anos entre os mais quentes já observados. Hawkins aponta que 2026 deve manter essa tendência devido ao acúmulo de gases de efeito estufa.
Atualização reflete 2024 como marco
2024 foi registrado como o ano mais quente já observado, atingindo e ultrapassando a marca de 1,5°C acima dos níveis pré-industriais. Essa marca é considerada um limiar importante no debate climático global.
O professor ressalta que temperaturas mais altas trazem impactos reais, como ondas de calor, chuvas mais intensas e elevação do nível do mar, aumentando riscos de inundações e danos costeiros.
A cada atualização, a ferramenta mantém a metáfora visual das listras: tons vermelhos indicam anos mais quentes e azuis, mais frios, em relação à média de 1961-2010. O recurso segue servindo para comunicar dados científicos de forma acessível.
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