- Em 2024, a Terra registrou o ano mais quente já apresentado, com o aquecimento atribuído principalmente às atividades humanas.
- O ano ficou acima de 1,5 °C de aquecimento em relação aos níveis pré‑industriais, segundo serviços europeus de clima.
- A temperatura global permaneceu elevada em 2025, apesar de uma leve queda causada por um fenômeno natural chamado La Niña.
- Já houve impactos significativos, como eventos climáticos extremos, derretimento de geleiras e aumento do nível do mar, além de recuo de gelo no Ártico.
- Governos buscam reduzir emissões para zerar o carbono líquido, com avanços variados; acordos recentes não incluíram novos compromissos, e ações individuais também são mencionadas como úteis.
A mudança climática é o deslocamento de longo prazo das temperaturas médias e padrões climáticos globais. A influência humana, principalmente pela queima de combustíveis fósseis, acelera esse aquecimento. Fenômenos climáticos extremos tornam-se mais frequentes e intensos.
Entre atualizações recentes, 2024 ficou registrado como o ano mais quente já observado. Quase todos os indicadores apontam para um impulso superior ao 1,5 grau acima dos níveis pré-industriais, conforme serviços climáticos europeus e organizações internacionais.
A trajetória atual sugere que, se a tendência persistir, o aquecimento continuará em velocidades preocupantes, mesmo com padrões naturais de resfriamento. Em 2025, o acesso a dados aponta persistentemente temperaturas elevadas, apesar de variações sazonais.
Impactos já observados
Mudanças climáticas aceleradas contribuíram para eventos extremos como ondas de calor, chuvas intensas e secas. Ografo de calotas polares evidencia recuo de gelo e elevação do nível do mar, com impactos diferenciados conforme a vulnerabilidade local.
Incêndios de grande escala e perdas econômicas significativas já marcam o cenário. Em 2025, um grande incêndio em Los Angeles gerou custos estimados em mais de 100 bilhões de dólares e deslocou centenas de milhares de pessoas.
Regiões com secas graves, como partes da África Oriental em 2022, colocaram mais de 20 milhões em risco de fome severa. A probabilidade de eventos climáticos extremos aumenta com o aquecimento, segundo avaliações internacionais.
O que governos estão fazendo
Especialistas ressaltam a necessidade de emissões líquidas zero para limitar o aquecimento. Paíes avançam com metas de reduzir CO2 e ampliar energias renováveis, ainda que as emissões globais estejam em patamar elevado.
Estimativas indicam que o contrato de manter a temperatura média acima de 1,5°C exige mudanças rápidas nas políticas públicas. O consenso global mostra avanços, mas a trajetória depende de ações consistentes até o fim do século.
Conferências internacionais discutem metas e financiamentos. A mais recente cúpula, em 2025, não fechou acordos significativos sobre o uso de combustíveis fósseis ou desmatamento. O dinheiro para enfrentar a crise permanece abaixo do que solicitam países mais pobres.
O que indivíduos podem fazer
Medidas individuais incluem reduzir voos, melhorar eficiência energética das casas e adotar opções de transporte baixo carbono. Mudanças na alimentação e no consumo também ajudam a reduzir impactos, ainda que dependam de ações coletivas para efeito profundo.
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