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Guia simples sobre mudanças climáticas explica causas e impactos

Temperaturas globais atingiram recordes, com 2024 sendo o mais quente já; especialistas alertam que a meta de 1,5°C pode ser ultrapassada por volta de 2030

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Por Revisado por: Time de Jornalismo Portal Tela
A woman in an orange dress stands in the doorway of her flooded house on the outskirts of the city of Gonaives in Haiti. The water level is at waist height. The walls of the house are substantially damaged.
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  • Em 2024, a Terra registrou o ano mais quente já apresentado, com o aquecimento atribuído principalmente às atividades humanas.
  • O ano ficou acima de 1,5 °C de aquecimento em relação aos níveis pré‑industriais, segundo serviços europeus de clima.
  • A temperatura global permaneceu elevada em 2025, apesar de uma leve queda causada por um fenômeno natural chamado La Niña.
  • Já houve impactos significativos, como eventos climáticos extremos, derretimento de geleiras e aumento do nível do mar, além de recuo de gelo no Ártico.
  • Governos buscam reduzir emissões para zerar o carbono líquido, com avanços variados; acordos recentes não incluíram novos compromissos, e ações individuais também são mencionadas como úteis.

A mudança climática é o deslocamento de longo prazo das temperaturas médias e padrões climáticos globais. A influência humana, principalmente pela queima de combustíveis fósseis, acelera esse aquecimento. Fenômenos climáticos extremos tornam-se mais frequentes e intensos.

Entre atualizações recentes, 2024 ficou registrado como o ano mais quente já observado. Quase todos os indicadores apontam para um impulso superior ao 1,5 grau acima dos níveis pré-industriais, conforme serviços climáticos europeus e organizações internacionais.

A trajetória atual sugere que, se a tendência persistir, o aquecimento continuará em velocidades preocupantes, mesmo com padrões naturais de resfriamento. Em 2025, o acesso a dados aponta persistentemente temperaturas elevadas, apesar de variações sazonais.

Impactos já observados

Mudanças climáticas aceleradas contribuíram para eventos extremos como ondas de calor, chuvas intensas e secas. Ografo de calotas polares evidencia recuo de gelo e elevação do nível do mar, com impactos diferenciados conforme a vulnerabilidade local.

Incêndios de grande escala e perdas econômicas significativas já marcam o cenário. Em 2025, um grande incêndio em Los Angeles gerou custos estimados em mais de 100 bilhões de dólares e deslocou centenas de milhares de pessoas.

Regiões com secas graves, como partes da África Oriental em 2022, colocaram mais de 20 milhões em risco de fome severa. A probabilidade de eventos climáticos extremos aumenta com o aquecimento, segundo avaliações internacionais.

O que governos estão fazendo

Especialistas ressaltam a necessidade de emissões líquidas zero para limitar o aquecimento. Paíes avançam com metas de reduzir CO2 e ampliar energias renováveis, ainda que as emissões globais estejam em patamar elevado.

Estimativas indicam que o contrato de manter a temperatura média acima de 1,5°C exige mudanças rápidas nas políticas públicas. O consenso global mostra avanços, mas a trajetória depende de ações consistentes até o fim do século.

Conferências internacionais discutem metas e financiamentos. A mais recente cúpula, em 2025, não fechou acordos significativos sobre o uso de combustíveis fósseis ou desmatamento. O dinheiro para enfrentar a crise permanece abaixo do que solicitam países mais pobres.

O que indivíduos podem fazer

Medidas individuais incluem reduzir voos, melhorar eficiência energética das casas e adotar opções de transporte baixo carbono. Mudanças na alimentação e no consumo também ajudam a reduzir impactos, ainda que dependam de ações coletivas para efeito profundo.

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