- Tempestades Goretti, Ingrid e Chandra, em janeiro, causaram danos significativos ao South West Coast Path, trecho de 630 milhas (1.014 km) ao longo da costa de Devon, Cornwall e Dorset.
- A associação afirma que houve desabamentos de falésias, deslizamentos, inundações e erosão em várias áreas, incluindo Charmouth, Beesands, Millendreath e Newquay.
- Os custos de manutenção passaram de £ 700 mil em 2020-21 para £ 1,4 milhão em 2024-25, com os prejuízos recentes aumentando o orçamento.
- As tempestades foram responsáveis por quedas de árvores que arrancaram a superfície do caminho, com um grande deslizamento em Charmouth.
- A associação trabalha para tornar o caminho mais resistente, incluindo realocação de trechos e melhoria de superfícies e drenagem, visando investimento em resiliência, reparo e adaptação.
O South West Coast Path sofreu danos significativos neste inverno, com tempestades que afetaram toda a rota de 630 milhas ao longo das costas de Devon, Cornwall e Dorset. A associação que mantém o trajeto informou que as intempéries causaram danos acentuados e interrupções no caminho.
Lorna Sherriff, representante da South West Coast Path Association, destacou que as tempestades Goretti, Ingrid e Chandra, em janeiro, provocaram um caos total na trilha. Ela cita desmoronamentos, desmoronamentos de encostas, inundações e erosão de trechos.
A associação aponta que os custos de manutenção subiram de 700 mil libras (2020-21) para 1,4 milhão de libras (2024-25), com as demências mais recentes aumentando ainda mais o peso financeiro. As situações atingiram várias áreas, como Charmouth, Beesands, Millendreath e Newquay.
A responsável também informou que não houve apenas erosão costeira: árvores derrubadas pelas tempestades destruíram trechos da superfície do caminho. Um desmoronamento grande ocorreu em Charmouth, na Costa Jurássica, área já conhecida pela instabilidade.
Desdobramentos e estratégias
A associação informou que trabalha para tornar o trajeto mais resistente, com realocação de trechos e melhoria de superfícies e drenagem em outras áreas. A ideia é proteger o caminho e torná-lo mais preparado para eventos climáticos mais frequentes no futuro.
A organização ressalta a necessidade de investimento em resiliência, reparo e adaptação para manter o caminho como uma rota nacional icônica. O objetivo é reduzir impactos de futuras tempestades e erosões na via.
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