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Controvérsia sobre obras de desobstrução em cemitérios municipais

Conservação contesta limpeza de vegetação em dois cemitérios de Nottingham; prefeitura sustenta que ações visam reabrir caminhos e garantir acesso, com tocas de texugos encontradas e obras interrompidas

The council said clearance work focused on "addressing dangerous trees and restoring safe public access"
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  • A prefeitura de Nottingham removeu vegetação e árvores mortas de dois cemitérios da cidade — General Cemetery e Rock Cemetery — para abrir caminhos, enfrentar árvores perigosas e restaurar o acesso seguro aos túmulos.
  • Ação foi justificada pela necessidade de prevenir riscos e permitir inspeções de segurança e visitas com dignidade.
  • O grupo conservacionista Wild.NG criticou a intervenção, dizendo que houve remoção extensiva de habitat e que isso pode prejudicar a biodiversidade local.
  • Os representantes da Wild.NG destacaram que áreas de bramble e subbosque oferecem alimento e abrigo para várias espécies, incluindo insetos, aves e mamíferos como texugos.
  • A prefeitura informou que foram identificadas tocas de texugos no General Cemetery, a obra foi paralisada para avaliação e serão desenvolvidos planos de gestão e avaliações de biodiversidade para equilibrar conservação e acesso.

A prefeitura de Nottingham autorizou a limpeza de árvores e vegetação em dois cemitérios da cidade, o General Cemetery e o Rock Cemetery. A ação visa reduzir riscos e permitir o acesso público às sepulturas, segundo o município. A intervenção ocorreu com a participação de trabalhadores contratados pela administração local.

O grupo de conservação Wild.NG questionou a escala da limpeza, argumentando que a operação foi excessiva e pode comprometer habitats importantes. Os voluntários afirmam que áreas com vegetação densa servem de abrigo para fungos, invertebrados e outras espécies.

A prefeitura informou que a vegetação alta impedia a passagem segura e dificultava inspeções de segurança em memoriais. Segundo a administração, a remoção buscou abrir caminhos, eliminar árvores perigosas e restabelecer o acesso público com dignidade.

O órgão também apontou que identificou tocas de texugos e que as obras foram paralisadas para avaliação do impacto, respeitando as obrigações legais sob a legislação de proteção de mamíferos. A expectativa é proteger as espécies ao mesmo tempo que facilita visitas.

Trish Evans, cofundadora da Wild.NG, alegou que as áreas concentram biodiversidade rara para a cidade e que o manejo pode ser feito sem destruir habitats. Já o outro lado sustenta que o equilíbrio entre conservação e acesso público é possível com planejamento adequado.

O município informou que pretende realizar novas avaliações de biodiversidade e atualizar planos de gestão do local para conciliar conservação com acesso seguro. A previsão é alinhar as ações às diretrizes da estratégia citada pela prefeitura.

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