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Mancha de óleo surge após afundamento do IRIS Dena em Sri Lanka origem duvidosa

Óleo atinge litoral de Hikkaduwa após afundamento do IRIS Dena; 90% da mancha foi removida, porém a origem permanece incerta

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  • Três dias após o torpedeamento do contratorpedeiro iraniano IRIS Dena, um patch de óleo apareceu ao longo da costa de Hikkaduwa, no sul do Sri Lanka, em 7 de março.
  • Dados de satélite indicam que o derramamento começou na manhã de 5 de março, com parte do óleo se deslocando para a linha costeira ao sul de Hikkaduwa.
  • Autoridades locais, MEPA e outras entidades iniciaram limpeza; cerca de 90% das manchas foram removidas até o sábado seguinte, mas a origem do óleo ainda não foi confirmada.
  • Amostras foram enviadas ao laboratório da MEPA em Galle e, no Mar do Sri Lanka, foram encontrados barris danificados e detritos, possivelmente óleo lubrificante, encontrados nas praias.
  • Especialistas comentam sobre impactos potenciais na vida marinha, especialmente em ovos e larvas de peixe e na temporada de desova de tartarugas, caso o derramamento persista.

Hikkaduwa recebeu, no fim de semana, o relato de uma mancha de óleo ao longo de sua costa, observada três dias após o torpedeamento do navio iraniano IRIS Dena por um submarino da marinha dos EUA. O incidente ocorreu em águas internacionais a cerca de 74 quilômetros ao sul da ilha, próximo a Galle.

Ao todo, equipes locais e nacionais atuaram para verificar a presença de resíduos ao longo de Hikkaduwa, Dodanduwa, Habaraduwa, Seenigama, Galle e Hiniduma. Relatos apontam que, no dia 7 de março, surgiram manchas, barreis e detritos na região, com amostras coletadas para análise pelo MEPA.

Dados de satélite indicam que um trecho de aproximadamente 18 quilômetros da mancha se deslocou em direção à costa, atingindo fatalmente áreas como Wewala, Thiranagama e Kumarakanda. A origem do óleo continua sob avaliação, com a equipe técnica destacando a necessidade de comparação de amostras.

O MEPA informou que cerca de 90% das manchas já foram limpas, com apoio de órgãos como CCD, marinha, polícia e autoridades locais. Ainda assim, o originário exato do derramamento não foi comprovado, e amostras foram encaminhadas ao Ceylon Petroleum Corporation para análise.

A marinha e o Coast Guard reforçaram que as causas das manchas não estão identificadas formalmente. As autoridades ressaltaram o monitoramento contínuo da área e a cooperação entre diferentes agências para evitar impactos ambientais adicionais.

Especialistas locais ressaltam riscos a ecossistemas marinhos, pesca e vida costeira. Conservacionistas destacam que a região abriga ninhos de tartarugas e áreas de pesca artesanal, com atenção destacada para a temporada de desova de tartarugas no litoral sul e oeste.

Entre os dados históricos, estudos sobre derramamentos de petróleo em Sri Lanka apontam vulnerabilidade econômica e ambiental do arquipélago, com dezenas de incidentes registrados entre 1999 e 2021. Em 2025, a Justiça pondensem orientou responsabilizar proprietários do MV X-Press Pearl por danos ambientais, sob o princípio do poluidor-paga.

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