- Em sessenta? não: Em 2014, um projeto de usina hidrelétrica foi interrompido para não devastar o habitat da rã-de barriga vermelha, Melanophryniscus moreirae, que mede pouco mais de 1 centímetro.
- A espécie vive apenas em uma faixa de mata atlântica no sul do Brasil, área valorizada pela sua grande biodiversidade.
- O habitat da rã foi designado como área protegida, após a força de conservação local e comunidades tradicionais atuarem para preservar o ambiente.
- O caso mostra o papel de espécies pequenas em decisões de conservação e na proteção de ecossistemas inteiros.
- Cientistas continuam estudando a ecologia da rã e as ameaças ao seu ambiente, destacando a importância de conservar toda a cadeia de biodiversidade.
No município de Arvoreznha, no sul do Brasil, vive o sapo-de-barriga-vermelha Melanophryniscus moreirae, espécie de apenas “mais ou menos” 1 cm. Em 2014, esse anfíbio contribuiu para a suspensão da construção de uma usina hidrelétrica que poderia destruir seu habitat.
Conservacionistas e comunidades locais tiveram papel decisivo ao defender a espécie e sua floresta Atlântica, um hotspot de biodiversidade já pressionado pela atividade humana. A mobilização levou a uma mudança de planos e à proteção da área.
A espécie continua sob observação científica para entender sua ecologia e as ameaças. A continuidade dos esforços de conservação é essencial para evitar novas perdas de habitat e manter o equilíbrio de um ecossistema único.
Entre na conversa da comunidade