- Foi marcada uma audiência de planejamento para apelar da recusa de um parque solar próximo a Whittonstall, no condado de Northumberland, na Inglaterra, com data em 12 de maio em Hexham.
- O projeto, denominado Highfield Energy Park, ocuparia 110 hectares e previa mais de 90.000 painéis solares; a aprovação foi bloqueada pela Conselho do Condado de Northumberland em agosto do ano passado.
- A justificativa de veto envolve impacto visual considerado “inaceitável” quando visto junto aos parques eólicos Boundary Lane e Kiln Pit Hill, além de afetar dois bens históricos: o Mausoléu Hopper (Grade I) e a Igreja de St Andrews (Grade II).
- Mais de 140 objeções públicas foram apresentadas, segundo o Local Democracy Reporting Service, embora a Exagen argumente que a obra geraria energia renovável doméstica importante e ajudaria em metas energéticas e climáticas.
- A Exagen disse que a área não seria considerada um paisaje valioso e que os efeitos cumulativos com parques eólicos vizinhos teriam sido avaliados sem indicar danos inaceitáveis.
O conselho de Northumberland marcó para 12 de maio a audiência pública sobre a recusa de um parque solar próximo a Whittonstall, no condado. O empreendimento envolve mais de 90 mil painéis em uma área de 110 hectares. A audiência ocorre em Dene Park House, Hexham.
Em agosto passado, a prefeitura rejeitou o projeto, citando impacto visual considerado inaceitável e efeitos sobre duas estruturas históricas designadas. As objeções listadas pelo público superaram as 140 reclamações, segundo o Local Democracy Reporting Service.
A Exagen argumenta que a energia renovável é necessária diante das mudanças climáticas e da crise econômica. A empresa afirma que o terreno não seria um valor paisagístico e que o projeto avalia impactos cumulativos com parques eólicos vizinhos, considerados aceitáveis pela avaliação inicial.
Implicações e próximos passos
O debate envolve danos potenciais a patrimônios como o Hopper Mausoleum (Grade I) e a Church of St Andrews (Grade II). A organização sustenta que a instalação geraria benefício de energia doméstica, contribuindo para metas energéticas locais, regionais e nacionais.
A decisão final cabe ao conselho, que pode manter a recusa ou reverter a posição. A audiência continuará a partir do dia 12 de maio, com a apresentação de argumentos técnicos e publicações oficiais sobre o impacto ambiental e visual da proposta.
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