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Digital Foundry admite que DLSS 5 deveria ter levado mais tempo

Digital Foundry admite pressa na avaliação do DLSS 5 e diz que deveria ter demorado mais para mapear impactos, após críticas e ameaças online

Digital Foundry / Capcom / Nvidia
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  • Nvidia enfrenta críticas e confusão com a demonstração do DLSS 5; Digital Foundry teve preview e vídeo que elogiou o potencial, mas gerou debate.
  • Em vídeo de Q&A, a equipe disse que deveria ter levado mais tempo para analisar o material e ouvir reação do público e dos desenvolvedores.
  • Membros da Digital Foundry, incluindo Richard Leadbetter e Oliver Mackenzie, foram alvo de ataques, com ameaças de morte.
  • A discussão destacou mudanças visuais entre o render original e o aplicado pela IA, como no caso de Grace, de Resident Evil Requiem, que ficou com aparência bem diferente.
  • Internamente, surgiram opiniões divergentes sobre a avaliação inicial e questões éticas sobre o uso da likeness de atores em conteúdos gerados por IA.

Digital Foundry responde a críticas sobre DLSS 5 e destaca equívocos na reação pública ao avanço tecnológico. A equipe publicou um novo vídeo de perguntas e respostas no YouTube para esclarecer pontos técnicos e sociais sobre a demonstração da Nvidia.

O novo DLSS 5 utiliza IA gerativas para melhorar iluminação e fidelidade, mas também altera o visual de personagens. Durante a apresentação, imagens de Grace, personagem de Resident Evil Requiem, mostraram alterações perceptíveis em comparação com modelos existentes, gerando debates sobre autoria e consentimento de semelhanças.

Quem esteve envolvido

O fundador da Digital Foundry, Richard Leadbetter, participou do esclarecimento, reconhecendo falhas na comunicação original e a necessidade de tempo para discutir o material com a equipe. Oliver Mackenzie, colega de produção, também integrou as avaliações iniciais.

Quando e onde ocorreu

A controvérsia ganhou notoriedade após a divulgação da demonstração do DLSS 5 pela Nvidia, com a Digital Foundry divulgando um video breakdown prévio. As críticas se intensificaram nas redes sociais, acompanhadas de mensagens hostis direcionadas aos membros da equipe.

Por quê houve reação

A discussão envolve a aplicação de IA para alterar visuais de jogos, o que levantou questões sobre fidelidade, ética e uso de likeness de atores. Um debate interno na Digital Foundry também emergiu, com parte da equipe defendendo cautela antes de fixar avaliações públicas.

Desdobramentos e nuances

Alexander Battaglia, outro membro da Digital Foundry, trouxe críticas sobre o impacto estético de recursos gerados por IA, destacando riscos de suavização excessiva de características únicas de personagens. O tema inclui ainda a responsabilidade de estúdio em respeitar direitos de imagem e consentimento de atores.

Contexto técnico

Os detalhes técnicos apontam que o DLSS 5 usa dados de treinamento para adicionar camadas de fidelidade, o que pode reconfigurar a aparência dos jogos. A discussão técnica continua, com balanço entre avanços de rendering e preservação de identidade visual original.

Impacto para público e indústria

A situação evidencia a pressão para comunicação clara de tecnologias emergentes e a necessidade de diretrizes sobre uso de likeness. Enquanto alguns veem o potencial de melhorias visuais, outros alertam para consequências éticas e de propriedade intelectual.

Fontes de referência

As informações sobre a análise e o debate aparecem nos vídeos e publicações da Digital Foundry, bem como nas postagens originais que trouxeram à tona a discussão sobre o tema.

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