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CEO da Nvidia entende críticas ao DLSS 5 e admite cautela com IA

Jensen Huang admite compreensão às críticas ao DLSS 5, afirma que a tecnologia é 3D guiada e integrada ao artista, não apenas filtro de IA

Capcom / Nvidia
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  • O CEO da Nvidia, Jensen Huang, defendeu que o DLSS 5 não é apenas um filtro de “AI slop”, tentando reduzir a indignação de gamers.
  • Em entrevista ao podcast de Lex Fridman, ele reconheceu a preocupação dos fãs e afirmou entender o ponto de vista deles.
  • Huang afirmou que o DLSS 5 é “3D conditioned” e orientado por dados de estrutura de referência, mantendo a geometria em cada quadro.
  • O sistema é condicionado pelas texturas e pela arte do criador, permitindo aprimoramento sem alterar o estilo desejado pelo artista.
  • Segundo Huang, o DLSS 5 funciona como uma ferramenta integrada ao artista, que pode optar por usar ou não a IA, sem pós-processamento obrigatório.

Nvidia enfrenta críticas em relação ao DLSS 5, apresentado recentemente, que foi visto por muitos como inadequado para a proposta da empresa no universo de jogos. A reação dos gamers foi acelerada por promessas do novo sistema de IA aplicado à melhoria gráfica.

A reação não veio apenas de jogadores. Desenvolvedores de jogos e analistas também questionaram o uso de IA para reprocessar conteúdos, temendo perda de controle criativo e alterações não desejadas na arte original. A produção de conteúdo gerado por IA ficou no centro do debate.

O fundador e CEO da Nvidia, Jensen Huang, tem feito tentativas de controlar o dano. Na semana seguinte ao anúncio, ele pediu compreensão aos fãs que criticaram a iniciativa e reconheceu pontos de vista diferentes sobre IA generativa.

Defesa de DLSS 5

Em entrevista ao podcast de Lex Fridman, publicada em 23 de março, Huang disse entender a percepção dos críticos. Ele afirmou não compartilhar a ideia de que DLSS 5 seja apenas um filtro de “slop” de IA.

Segundo Huang, DLSS 5 é 3D condicionada e guiada por dados de estrutura, mantendo a geometria em cada quadro. O recurso é aplicado de forma integrada ao trabalho do artista, respeitando a estética e a intenção criativa.

Ele explicou que a ferramenta permite treinar modelos personalizados no futuro e até adaptar o estilo visual por meio de prompts, desde que permaneça fiel ao trabalho do artista. A ideia é oferecer suporte com IA, não substituir a arte.

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