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Sarampo é risco grave, diz infectologista e enfatiza duas doses da vacina

Infectologista classifica sarampo como superameaça e destaca importância das duas doses; Brasil já registra primeiro caso e reforça vigilância

Uma pessoa sendo vacinada no braço. O que esperava?
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  • Infectologista Mirian Dal Ben classifica o sarampo como uma “superameaça” e destaca queda na cobertura vacinal como motivação de novos casos na região.
  • Casos foram identificados nas Américas, incluindo México, Estados Unidos, Canadá e Brasil, que já registrou o primeiro caso.
  • A vacinação está disponível gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde, com primeira dose aos 12 meses e reforço aos 15 meses.
  • A adesão à segunda dose costuma ser menor, não alcançando nem 80% dos adolescentes e crianças, segundo a especialista.
  • O sarampo pode deixar sequelas graves, especialmente neurológicas, reforçando a necessidade de manter a carteirinha de vacinação em dia.

O sarampo volta a preocupar a região das Américas, com surtos em México, EUA e Canadá. No Brasil, já há registro do primeiro caso este ano, reforçando a transmissão da doença. A alta disseminação está ligada à queda na cobertura vacinal, segundo especialistas.

A infectologista Mirian Dal Ben afirma que o sarampo é a doença mais transmissível do planeta e pode deixar sequelas graves, principalmente em crianças, como danos neurológicos. Ela destaca a vacina como medida essencial de prevenção.

De acordo com a especialista, a vacinação está disponível gratuitamente pelo SUS. A primeira dose deve ser aplicada aos 12 meses, seguida de um reforço aos 15 meses. A adesão à segunda dose costuma ser menor, o que compromete a proteção.

Vacinação como defesa

É crucial manter a carteira de vacinação atualizada, incluindo a segunda dose, para ampliar a proteção coletiva. Além de reduzir o risco de hospitalização, a imunização busca evitar o retorno do vírus em maior escala.

Os alertas vindos de outros países da região reforçam a necessidade de vigilância e de manter as vacinações em dia. A comunidade médica chama a atenção para evitar falsas inseguranças sobre a imunização.

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