- Google afirmou que migrará para criptografia pós-quântica (PQC) até 2029 e quer acelerar a transição no setor.
- A empresa alerta que futuros computadores quânticos podem quebrar padrões criptográficos e assinaturas digitais usados hoje.
- Hoje, computadores quânticos não quebram criptografia em larga escala, pois seus qubits são instáveis.
- Há preocupação com o ataque “store now, decrypt later”, em que dados atuais podem ser decryptados no futuro.
- Governos e blocos, como Reino Unido, França, Alemanha, Holanda e Estados Unidos, já divulgaram estratégias; a União Europeia busca infraestrutura de comunicação quântica até 2027 com o EuroQCI.
Google afirmou que busca migrar para criptografia pós-quântica (PQC) até 2029, alertando que é preciso agir antes que um computador quântico futuro quebre a criptografia atual.
A empresa ressalta que, apesar dos computadores quânticos atuais ainda não romperem criptografia em larga escala, dados gerados hoje podem estar em risco no futuro devido ao ataque conhecido como armazenar-para-decriptografar.
A posição foi publicada em um blog da companhia, que se apresenta como líder tanto em computação quântica quanto em PQC. O objetivo é acelerar a transição digital para o setor.
Panorama de ações e prazos
Governos e empresas já mostram planos para a mudança, com estratégias e guias apresentados em países como Reino Unido, França, Alemanha, Holanda e EUA. Paralelamente, a comunidade criptográfica desenvolve métodos resistentes a ataques quânticos.
Fontes oficiais citadas indicam que a União Europeia mira infraestrutura de comunicação quântica em rede até 2027, por meio da EuroQCI, fortalecendo a cooperação entre estados-mortes e indústria.
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